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16 de Maio de 2014 - 06:00

Por ÂNGELA HALFELD CLARK Aposentada

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Na nossa trajetória, somos educados, de uma maneira geral, para instruirmos e também para crescermos monetariamente. Claro que precisamos de tudo isso. Nós temos que ter prazer e até algumas ilusões. Desde o lavrador, com as suas mãos calejadas pelo trabalho de onde vem o seu sustento e o nosso alimento, se forma pela "universidade da vida", muitas vezes com mais louvor que outros mais letrados. A abnegação dos pais, principalmente das mães, com seus filhos. Nas noites em claro, nas cantigas de ninar. Os trabalhadores em seus diversos setores, buscando o aprimoramento, para melhorar seus desempenhos. Enfim, toda a busca de melhores condições para viver.

Na vida, tropeçamos, acordamos, e as teorias cientificistas muitas vezes não explicam a nossa situação. Começamos já no útero, em que sofremos com as intempéries de nossas mães. Nascemos e saímos da nossa zona de conforto, traumaticamente. A infância tem seu encantamento, mas quantas de nossas crianças foram e são objetos de pedofilia, marcando no córtex cerebral de cada uma delas. A adolescência, com os hormônios cada vez mais aflorados precocemente, trazendo gravidez não programada além de evasão escolar.

Aparecem os vícios como as drogas lícitas e ilícitas. Tudo florescendo pelo prazer momentâneo, que pede mais e mais... A luta pela sobrevivência, com muitos sem qualificação profissional, casamentos, filhos, separações, famílias desajustadas, crianças abandonadas. Caos total. Nas classes média e alta, a troca de afeição por bens materiais é quase uma constante. Viemos para quê? Por quem? Para onde vamos? Sofremos para quê? Estes questionamentos só podem ser respondidos através da espiritualidade, pois, senão, nos tornamos desequilibrados nas nossas emoções.

A lei da natureza nos ensina que o que plantamos nós colhemos. Jesus nos ensina a amar ao próximo como a si mesmo. Sabemos que temos que nos conhecer, limar as arestas do nosso eu, para termos paz, harmonia, coerência e amor. Sabermos o sentido da vida. Todo tropeço nos ensina algo, basta sabermos aplicar. Sabermos ouvir sem julgar. Filtrarmos os conteúdos de maneira construtiva. A universidade da vida deve formar seres humanos abnegados, altruístas, felizes e sempre construindo uma luz na sua jornada.

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