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25 de Março de 2014 - 06:00

Ocupação imobiliária de espaços urbanos tornou-se um problema para a mobilidade

Por Tribuna

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Mais dia, menos dia, a Prefeitura terá que resolver o problema do acesso à Cidade Alta, hoje um desafio para os que optam por passar dentro do Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Concebido para ser um anel rodoviário da própria UFJF, o local tornou-se uma estratégica via de acesso, incompatível, porém, com o projeto original. Alunos e usuários se queixam do trânsito, que, em algumas horas, a despeito dos traffic calmings, impede a simples travessia da pista. Num local no qual mais de 15 mil pessoas estudam ou trabalham, cria-se uma permanente área de risco.

No último domingo - com demonstração nas edições impressa e digital -, a Tribuna percorreu caminhos alternativos que deverão ser aproveitados pela Municipalidade para a construção de uma nova via. Mesmo sendo mais extensos, não registram, ainda, as retenções do campus. A despeito de possíveis correções, o traçado é fundamental para a própria cidade. A mobilidade urbana tornou-se um desafio das administrações, exigindo medidas urgentes, sobretudo por conta da densidade demográfica.

Concebida ainda na administração Mello Reis (1977-1982), a Cidade Alta é reveladora de inações no decorrer dos anos, tendo como principal exemplo a BR-440. Pelo projeto original, desceria pelo Vale do Ipê, chegando à Avenida Rui Barbosa, formando-se assim uma ligação estratégica da BR-040 com a MG-353 e a BR-267. Como a obra não avançou, a ocupação imobiliária inviabilizou tal rota. Por isso, a premência de se resolver também o contorno ao campus, pois, em breve, a região também terá seus caminhos bloqueados por condomínios que proliferam nas partes altas do município.

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