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11 de Julho de 2014 - 08:18

Lei que combate à sujeira nas ruas, com multa aos infratores, precisa de uma campanha mais efetiva

Por Gabriela Gervason

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As normas jurídicas, mesmo com a publicidade obrigatória na sua publicação, nem sempre chegam ao conhecimento das ruas. Ninguém, embora não seja obrigado a conhecer as leis, pode dizer que as desconhece, mas antes de sua aplicação é sempre prudente esclarecer ao máximo a população. Em Juiz de Fora, a lei que proíbe descartar lixo nas ruas é positiva, mas é fundamental uma grande campanha educativa explicando o seu sentido. Caso contrário, será mais uma daquelas normas que não pegam. E são muitas.

No Rio de Janeiro, os resultados estão sendo vistos só agora, um ano depois de sua implantação, após a conjugação de informações nos meios de comunicação e, sobretudo, ações sistemáticas dos fiscais, primeiro orientando, depois punindo os infratores. A cidade ainda não alcançou o patamar ideal, mas melhorou muito. No caso local, pelos números da Secretaria de Atividades Urbanas, a coleta de lixo ainda não alterou, o que mostra a falta de conscientização coletiva.

Quando se trata de eventos de viés educativo, o melhor caminho é a escola, pois a criança, além de aprender, ensina os pais. A nova geração, por conta dos próprios fatos, tem um engajamento ecológico mais apurado.

Num momento em que a Municipalidade faz fortes investimentos no projeto de despoluição do Rio Paraibuna - implicando limpeza também dos afluentes -, a colaboração da comunidade deve ocorrer em todos os sentidos. Tanto o lixo deixado nas ruas fora do tempo de coleta quanto o simples objeto descartado de forma irregular nas ruas são fatores a serem combatidos, pois pequenos e grandes gestos, se malfeitos, comprometem o todo.

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