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14 de Março de 2014 - 06:00

Privatização da segunda etapa da BR-040 cria perspectivas de menos riscos entre Juiz de Fora e Belo Horizonte

Por Tribuna

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A concessão da BR-040, no trecho entre Juiz de Fora e Brasília, assinada pela presidente Dilma Rousseff, na última quarta-feira, abre perspectiva para os usuários, hoje sujeitos a risco constante, sobretudo no trecho até Belo Horizonte. De acordo com a Invepar, empresa vencedora da licitação, serão feitos investimentos da ordem de R$ 7,92 bilhões na recuperação, ampliação e manutenção da rodovia. A duplicação de todo o trecho está programada para ser concluída nos primeiros cinco anos.

Como os projetos ainda não foram elaborados, a expectativa dos usuários, sobretudo os da região, envolve os quatro viadutos na vizinha Santos Dumont. O município tem quatro pontes em curva, que já foram local de um incontável número de acidentes com vítimas fatais. Num desses, morreu o ex-presidente da Câmara Municipal de Juiz de Fora Paulo Rogério dos Santos, quando viajava para Belo Horizonte. Construídos ainda na década de 1960, são peças obsoletas, como também era o antigo Viaduto das Almas, hoje substituído por um mais moderno, com pistas duplicadas.

Com a maior malha rodoviária do país, Minas também acumula os maiores problemas. A despeito dos investimentos já feitos na BR-040, entre Juiz de Fora e Belo Horizonte, os gargalos continuam. Entre Conselheiro Lafaiete e Belo Horizonte, a convivência com os caminhões das mineradoras é um risco permanente. Por que não se constrói uma via exclusiva para estes caminhões? São empresas de grande porte financeiro que já podiam ter resolvido essa questão há tempos.

Como o trecho será privatizado, seria uma boa hora de cobrar essa conta. Todos agradeceriam, e a viagem para a capital, hoje um drama, poderia ser mais segura.

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