Publicidade

08 de Junho de 2014 - 06:00

Às vésperas da Copa do Mundo, população está tímida nas celebrações do grande evento

Por Tribuna

Compartilhar
 

Único país a participar de todas as copas do mundo, tendo vencido em cinco oportunidades, começando em 1958, o Brasil torna-se a pátria de chuteiras, a partir da próxima quinta-feira, quando abre a competição. Para chegar até aqui, foram muitos os problemas. Como anfitrião, não precisou disputar as eliminatórias, mas, por ser sede, ficou sob o olhar internacional na montagem da estrutura do evento - principalmente estádios, mobilidade urbana e segurança -, tendo sido feito um grande esforço.

Muita coisa ficou para trás, em decorrência dos prazos, que sempre foram o gargalo no espaço público, e os custos, bem acima do esperado. Mas houve avanços, não só nas arenas, agora mais modernas, mas também nos investimentos paralelos que ficarão como legado. O Rio de Janeiro ainda tem os Jogos Olímpicos de 2016, o que faz dele o espaço mais visado, mas até mesmo as obras não concluídas serão um passo adiante ante as demandas da população.

Os protestos estão na ordem do dia, mas é hora, também, de festejar. Se, em outras copas, dias antes, as ruas e janelas estavam decoradas, por que não agora, quando o país será sede da competição? É possível questionar os custos absurdos de alguns equipamentos, mas nada impede a manifestação da brasilidade, com bandeiras, faixas e estandartes. É hora de celebrar um evento que por aqui passou há 64 anos e teve um desfecho dolorido. Desta vez é possível virar o jogo, mas nem mesmo uma eventual desclassificação diminui o país.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você concorda com a retirada das pinturas de Lucio Rodrigues dos pontos de ônibus?