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20 de Maio de 2014 - 06:00

Copa do Mundo tira campanha e convenções da agenda nacional, mas já é hora de se fazer ensaios mais sólidos

Por Tribuna

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Atropelado por uma Copa do Mundo no meio do caminho, o calendário político só deve ter algum destaque no mês que vem, em razão das convenções - mesmo assim, somente as que forem realizadas até o dia 12 -, mas some da agenda tão logo a bola comece a rolar. A campanha eleitoral só vale a partir da segunda quinzena de julho.

E é com esse cenário que os políticos trabalham, até mesmo para justificar a baixa densidade do debate. Salvo pontuações sobre a ação do Governo, verbalizada pela oposição, ou pelo novo estilo da presidente Dilma, de falar com jornalistas em jantares, pouco há de novo. As pesquisas eleitorais são a prova dessa aridez, sobretudo quando se trata das campanhas estaduais.

Em Minas, com o lançamento inicial de dois candidatos de sobrenome quase semelhantes - Pimenta e Pimentel -, o eleitor está indeciso. A terceira via anunciada pelo deputado Júlio Delgado (PSB), que pode ser oficializada, deve dar novo ânimo à campanha, até então restrita a encontros pontuais. Ontem, tentando animar o baile, os tucanos fizeram evento em Belo Horizonte, para lançamento de sua chapa, mas ainda não falaram ao interior.

Tanto os políticos quanto os eleitores têm um timing próprio para entrar no debate, mas, para um estado com tantas demandas, já é hora de a disputa chegar às mesas de discussão. Se não ocorreu ainda, os próprios políticos devem se preocupar.

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