Publicidade

08 de Janeiro de 2014 - 07:00

Programas de combate aos crimes contra a vida também devem ser implantados em Juiz de Fora

Por Tribuna

Compartilhar
 

Diversas medidas na área de segurança estão anunciadas ainda para este primeiro semestre, como ampliação dos ambientes da paz e instalação de câmeras de vigilância, mas é necessário insistir com a Secretaria de Defesa Social na importância de outras ações, como o projeto de combate aos homicídios "Fica vivo". Desde a sua gênese, o Governo do estado argumenta que ele só vale para áreas de volume expressivo de ocorrências. Por isso, salvo a capital, Belo Horizonte, e seu entorno, que compõe a Região Metropolitana, poucos municípios foram contemplados.

Juiz de Fora, na comparação com regiões de mesmo porte, não é uma área crítica, mas pode vir a ser se não houver antecipação de medidas. Como prevenir é melhor do que remediar, não faz sentido esperar a deterioração dos índices para adoção do programa. Ademais, 2014 já aponta para esse sentido. Enquanto no ano passado - que fechou com 139 homicídios - o primeiro caso ocorreu no dia 5 de janeiro, este ano, em menos de uma semana, três crimes contra a vida foram consumados. Isso só não basta?

As câmeras de vigilância, a face mais emblemática de combate à violência, estão sem data para instalação, embora até a concorrência já tenha sido feita. O ritmo da burocracia - e é comum nas três instâncias de poder - nem sempre corresponde à ansiedade das ruas, o que gera um passivo de preocupação coletiva, como já é possível ver na cidade.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você acha que o Rio vai conseguir controlar a violência até a Copa do Mundo?