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11 de Janeiro de 2014 - 07:00

Pacto entre órgãos públicos deve ser mantido, pois a dengue continua sendo um problema de saúde pública

Por Tribuna

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O país sabe que de dezembro a março é ciclo de chuvas; que após esse período vem a dengue, e, antes do inverno, a febre suína. Mas as questões sazonais tendem a ser tratadas com certo descaso quando seus índices refluem. Na edição de ontem, a Tribuna flagrou diversos locais que estão se tornando autênticos criadouros do mosquito Aedes aegypti, responsável pela contaminação, a despeito de todas as ações de esclarecimento feitas pelas brigadas contra a dengue que a Prefeitura realiza há pelo menos três anos.

O primeiro passo é mostrar que a doença não está debelada, como a febre suína também não, embora esta tenha registrado menos casos nos últimos anos. A dengue, não. Seus números ainda são preocupantes, e é fundamental o envolvimento coletivo no seu enfrentamento. Foi graças a esse pacto entre Poder Público e população que a cidade melhorou seus números, a começar pelo ano passado. Mas trata-se do tipo de demanda que não permite descuido. Enquanto não se encontrar uma saída mais eficaz contra o mosquito, a prevenção continua sendo o melhor remédio.

O ciclo das chuvas ainda não terminou, embora a cidade enfrente uma estiagem de quase uma semana. Logo após, começa a fase mais aguda de infestação da dengue. Manter áreas limpas, caixas tampadas e outras medidas já de conhecimento público fazem parte do dever de casa, da mesma forma que cabe ao Poder Público insistir nas campanhas de esclarecimento e nos mutirões que vêm dando certo no decorrer dos anos.

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