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15 de Abril de 2014 - 06:00

CPI da Petrobras deverá avaliar também Metrô de São Paulo e Porto de Suape, para desgaste dos candidatos

Por Tribuna

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A semana terá ingredientes suficientes para manter acesa a chama da polêmica nos corredores de Brasília. Ao retornarem hoje para um período de reuniões que só deve durar até amanhã, os parlamentares vão decidir o destino da Comissão de Inquérito do fim do mundo, que, além da Petrobras, deverá apurar denúncias de ilícitos nas concorrências do Metrô de São Paulo, na gestão tucana, e no Porto de Suape, sob controle do PSB. A ideia dos governistas é colocar todo mundo no mesmo saco.

Em situações como essa, os resultados são imprevisíveis, embora a experiência tenha apontado que o único perdedor é a sociedade, que acaba ficando sem saber, de fato, o que ocorreu. CPIs, diz a máxima política, todos sabem como começam, mas seu desfecho é imprevisível. No caso em questão, valerá mais o desgaste das partes do que os resultados. As investigações, de fato, têm sido conduzidas pela imprensa, ficando o Congresso a reboque, como tem ocorrido nos últimos anos, quando atua por reação.

Também esta semana, o deputado Júlio Delgado deverá apresentar seu parecer sobre o deputado petista André Vargas, que passará pelo crivo de uma comissão especial do partido, criada para ver a extensão do dano de sua ligação com um doleiro. Em Minas, os tucanos tendem a colocar sob suspeita a própria Polícia Federal, que, só agora, depois de sua indicação para disputar o Governo, pretende indiciar o ex-ministro Pimenta da Veiga, por ter recebido dinheiro de Marcos Valério por serviços de advocacia. A pergunta que farão é só uma: e os outros que receberam? Como a semana passada, a que começa também promete.

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