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01 de Janeiro de 2014 - 07:00

O ano que hoje começa será de amplos desafios em todas as instâncias, pois o eleitor não é mais o mesmo de outros pleitos

Por Tribuna

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O primeiro dia do ano, embora não seja de posse dos eleitos, é um novo começo para aqueles que assumiram o mandato no ano passado, mas também para os que vão às urnas em outubro, a fim de apresentarem aos eleitores o resultado de seu trabalho. Na instância municipal, o prefeito Bruno Siqueira, em entrevista à Tribuna, publicada na edição de domingo, anunciou vários eventos e também manifestou sua intenção de ir mais aos bairros, embora os tenha visitado com boa frequência no seu primeiro ciclo de gestão. Faz bem, pois a periferia é a área que mais carece de investimentos, embora os problemas ganhem relevância na área central, para onde flui a maioria das demandas.

Na instância estadual, o governador Antonio Anastasia, às voltas com as enchentes de verão, vive o dilema da opção. Ainda não sabe se sai ou fica, mas é certo que deixará o Governo por uma opção de grupo. O senador Aécio Neves, virtual candidato do PSDB à Presidência, tem interesses diretos em contemplar os aliados para garantir sua base no estado. E uma das metas é colocar o PP no comando do estado por oito meses, enquanto o governador disputa a única vaga do Senado.

A presidente Dilma, bem situada nas pesquisas de intenção de votos e também na avaliação de seu Governo, conhece bem os desafios e sabe - como os demais candidatos - que não será uma campanha como a de outros anos, sob o signo maniqueísta de PT de um lado e PSDB do outro. O PSB tem candidato forte, que pode definir o jogo, mas o principal fato será o comportamento popular. Os brasileiros que foram às ruas no ano passado irão voltar, não apenas para aproveitar a visibilidade da Copa do Mundo, mas também para indicar aos candidatos que o velho discurso de promessas já não se sustenta mais.

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