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24 de Maio de 2014 - 06:00

Pesquisas já apontam tendência do eleitor, mas quadro só se define depois da Copa

Por Tribuna

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Os três principais candidatos à Presidência - Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos - comemoraram os recentes números do Ibope, pelos quais todos subiram no conceito do eleitor. Se o pleito fosse hoje, no entanto, não haveria segundo turno. O Partido dos Trabalhadores, que patrocina a candidatura da situação, diz que as ruas começam a perceber o esforço do Governo, dando fim à curva de queda que incentivou os defensores do "Volta, Lula", por ora tirados da pauta. Na oposição, o discurso vai pela subida expressiva dos dois candidatos, apontando que ainda há espaço para levar disputa para uma segunda rodada.

Pesquisas, quando distantes do pleito, costumam olhar mais para o passado do que para o futuro, mas os números que estão sendo colocados em pauta já refletem a expectativa para a eleição de outubro, mesmo com uma Copa do Mundo no meio do caminho. Embora estejam impedidos de fazer campanha oficial, os políticos já estão expostos, com manifestações de toda sorte e viagens pelo país afora. A meta é ganhar espaço enquanto a bola não rola. Depois, o tempo pode ser curto para recuperar as perdas.

A partir da segunda quinzena de julho, quando já se saberá quem levou a Julio Rimet, a campanha ganhará novos contornos, pois também devem começar os debates nos meios de comunicação. E, aí, tudo volta ao normal, ficando a agenda da segurança, da saúde e da educação, principalmente, como matéria-prima para os confrontos.

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