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12 de Março de 2014 - 06:00

Ação de criminosos no enfrentamento com o aparelho do Estado é dado preocupante

Por Tribuna

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Nos últimos dias, de acordo com o noticiário, em Juiz de Fora, homens armados enfrentaram a polícia quando confrontados em seus territórios. Em outra ocasião, até a comunidade participou de eventos depredando viaturas. No Rio de Janeiro, depois do sucesso das unidades de pacificação, os traficantes tentam retomar seu espaço com ações violentas. Só neste ano, 16 militares já foram mortos nos combates.

Tanto aqui quanto lá, respeitadas as proporções, é necessária uma reação do Estado sob o risco de perda do controle. Quando o enfrentamento torna-se rotina, algo está errado. O governador fluminense, Sérgio Cabral, anunciou a ocupação de mais uma comunidade, a partir desta quinta-feira, como prova de que não há recuo. O secretário de Segurança, José Maria Beltrame, admite recorrer, de novo, ao Exército para tirar de cena os grupos resistentes.

Em Juiz de Fora, a situação não chega a níveis tão tensos, mas é fundamental - como, aliás, está ocorrendo - apontar para os criminosos que não há espaço para convivência. Quem ultrapassa os limites da lei deve ser afastado das ruas. Nos vários casos, os autores acabaram presos, o que é um bom sinal.

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