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23 de Maio de 2014 - 06:00

Movimento perde força em razão da violência causada por minorias infiltradas

Por Tribuna

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A aproximação da Copa do Mundo cria um cenário de incertezas sobre as manifestações que já estão nas ruas e o fôlego que terão até a competição, pois nem todos concordam com os resultados. Tendo como referência a cidade de São Paulo, o Instituto Datafolha concluiu que 73% da população entendem que as manifestações causam mais prejuízo do que benefícios, numa clara alusão aos atos de depredação de próprios públicos. No fundo, eles atrapalham quem, de fato, tem uma proposta para apresentar, mesmo contra uma competição de tal monta.

Outro dado que chama a atenção é a instrumentalização dos movimentos. Se no ano passado todos foram às ruas por convocação das redes sociais, desta vez há articulações, inclusive partidárias, que culminam num afastamento da população. Em ano eleitoral, as demandas afloram, pois as ruas entendem ser o melhor momento para pressionar as instâncias de poder. Mas quando a violência também faz parte desse movimento, a maioria da população rejeita.

Juiz de Fora tem um histórico de manifestações pacíficas, mas, em outras partes do país, o envolvimento de militantes de guerra acaba comprometendo a causa e até mesmo outras que estão em curso. A competição, a despeito de todos os gastos - e não foram poucos -, tem um apelo próprio, ainda mais sob a perspectiva do título em território nacional. Ir contra faz sentido por conta dos abusos financeiros, mas ser contra por ser contra é um contrassenso.

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