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02 de Fevereiro de 2013 - 07:00

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MAIS SEGURANÇA

Menos de uma semana depois de membros de galeras terem invadido as dependências do Fórum Benjamin Colucci, num conflito que começou no Parque Halfeld, os oficiais de Justiça fazem coro aos magistrados e promotores e querem mais segurança no Palácio da Justiça. Ontem, o diretor do Sindicato dos Servidores da Justiça de Minas Gerais, Amauri Debussi, disse que, em parceria com a OAB, será feito um movimento para pedir a tomada de providências. A reivindicação será encaminhada ao diretor do foro, Edir Medeiros, e ao presidente do Tribunal de Justiça, Herculano Rodrigues. Uma das propostas é colocar detectores de metais, uma vez que se trata de um local em que são julgadas ações de vários matizes, especialmente criminais. "Corremos o risco permanente de alguém entrar armado aqui e praticar um gesto insano", disse um servidor. Para ampliar a segurança, será proposta também a instalação de catracas, que permitirão acesso somente a pessoas devidamente identificadas e revistadas por meio dos equipamentos.


Agenda em BH

O prefeito Bruno Siqueira terá uma longa agenda em Belo Horizonte, na próxima semana, mas os principais encontros serão com o governador Antonio Anastasia e com o vice, Alberto Pinto Coelho. Com Anastasia, na segunda-feira, deve tratar de projetos estruturais. Para tanto, estará acompanhado da secretária de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Beth Jucá, e do coordenador de projetos, André Zuchi. O secretário de Comunicação, Michael Guedes, também estará na comitiva. Com Alberto Pinto, a reunião será na terça-feira. Também vai se encontrar com o diretor do Dnit, José Maria da Cunha.


Auditoria

Depois de ter conseguido o aval da Câmara para administrar por lei delegada a Prefeitura de Barbacena, por um período de 300 dias, o prefeito Toninho Andrada tomou outra providência: contratou uma empresa de auditoria para verificar e formular relatório referente ao exercício 2012 da gestão de Danuza Bias Fortes. A empresa Libertas Auditores & Consultores irá analisar os setores contábil, financeiro, orçamentário, patrimonial e processos licitatórios, além de convênios e atos administrativos envolvendo recursos públicos. As primeiras avaliações já estão em curso.


Por consenso

Durante sua passagem por São Paulo, o senador Aécio Neves conversou com o governador Geraldo Alckmin e com o ex-governador José Serra. Na pauta, uma questão única: o futuro do PSDB, mas evitou abordar sua candidatura a presidente. Falou de outra. Segundo fontes, ele disse a ambos que só aceita assumir a presidência do partido se for por consenso. E é aí que está o problema. José Serra, que ainda sonha disputar a sucessão contra Dilma Rousseff, não deu garantias, embora também não tivesse feito qualquer veto ao senador mineiro.


Campo ético

A vitória de Renan Calheiros no Senado, mesmo estando sob o risco de passar boa parte do mandato respondendo à ação judicial, situação que pode se repetir com seu colega da Câmara, Henrique Eduardo Alves - ambos do PMDB -, criou um mote de campanha para o deputado Júlio Delgado (PSB), que, segunda-feira, também estará na disputa pela presidência da Câmara. Pelo Twitter, ele postou: "Se o Congresso não encarar o desafio da renovação, corre o risco de iniciar o ano com presidentes preocupados em se defenderem no campo ético". Não citou nomes. Nem precisava.

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