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01 de Janeiro de 2014 - 07:00

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PAUTA QUENTE

O ano de 2014 será atípico, pois, em pouco tempo, irá reunir dois grandes eventos: a Copa do Mundo, na virada do semestre, e as eleições gerais, quando, salvo prefeitos e vereadores, todos os demais cargos políticos estarão em jogo. A preocupação das instâncias de poder é estabelecer medidas que garantam a segurança, uma vez que os movimentos já estão se articulando pelas redes sociais. Os candidatos temem, no entanto, não o que será feito nas ruas, mas os desdobramentos na hora da ida às urnas. Com a mobilização, o eleitor tende a ser mais crítico na sua definição. O dado que deve chamar a atenção será a abstenção, que vem crescendo de eleição para eleição. Como os políticos mais prometeram do que cumpriram, ao serem confrontados com a agenda popular, a conta será inevitavelmente cobrada.


Prevenido

Já prevendo isso, o presidente da Câmara Federal, Henrique Alves, anunciou em rede nacional que, a despeito das realizações de 2013, este ano, o Congresso irá adotar uma agenda mais consistente. Ele prometeu colocar em pauta a reforma política e, dentro dessa, a proposta de voto facultativo. A reforma já está na agenda há algum tempo, mas nunca chegou ao consenso. Membros das comissões que trataram do assunto, os deputados Marcus Pestana e Júlio Delgado lembraram, em mais de uma vez, que cada partido tem um ponto de vista.


Expectativa

A cidade trabalha com a possibilidade de ter mais dois shoppings centers. Pelo menos com obras iniciadas este ano. Um no Exposhop, perto da rodoviária, e o outro na atual sede do Sport Club Juiz de Fora. Este, porém, tem o empecilho por tratar-se de um espaço tombado. Provavelmente, ainda no primeiro semestre, o processo de destombamento deve entrar na pauta do conselho que trata do patrimônio do município. Alguns membros do Compac já admitiram que se trata de uma medida difícil, pois pode abrir precedentes.


Precavido

O prefeito Bruno Siqueira, quando fez suas previsões de obras para este ano, foi prudente. Embora tenha anunciado a conclusão das pontes sobre o Paraibuna - a do Terreirão do Samba deve ficar pronta este mês -, ele não elencou a trincheira sob a linha férrea, considerada a principal obra do sistema viário da cidade. Não que ela não seja feita, mas ele tem dito com frequência que só anunciará obras para as quais já tenha dinheiro no caixa. Como se trata de um trabalho perto do Rio Paraibuna, não pode ser paralisado no meio do caminho.


Primeiro escalão

O prefeito Bruno Siqueira não falou de mudanças no primeiro escalão, uma vez que, pelo menos por enquanto, recebeu qualquer indicativo de interesse político. Se na Câmara vários vereadores já anteciparam que vão disputar uma vaga de deputado - o que não os obriga a se afastar do cargo -, na Prefeitura, nenhum assessor manifestou interesse em tentar um mandato. Os secretários Flávio Cheker, José Sóter Figueirôa, José Laerte e Francisco Canalli, que já foram vereadores, ainda não apresentaram tal pretensão. A exceção deve ser dr. Luiz Carlos, da Emcasa.

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