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22 de Janeiro de 2014 - 07:00

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CANDIDATO LOCAL

De quatro em quatro anos, a cidade vive uma agenda recorrente quando se trata da eleição de deputados estaduais e federais: o aumento da representação da cidade na Assembleia e na Câmara Federal. Desta vez, alguns setores estão sendo induzidos a mudar o discurso, que até então era restrito a fóruns fechados. Um estrategista político reuniu-se na semana passada com o presidente da Associação Comercial, Aloísio Vasconcelos, na tentativa de convencê-lo a liderar uma campanha unificada de associações e entidades de classe para conscientização dos eleitores locais. A meta é chamar a atenção para a importância de se eleger candidatos locais. A conversa não terminou, devendo ser realizado um novo encontro. Com 386 mil eleitores, Juiz de Fora tem capacidade para eleger até quatro deputados estaduais e quatro federais, o que não tem ocorrido por conta dos políticos de fora, conhecidos paraquedistas, que acabam tirando votos.


Dado histórico

Juiz de Fora tem hoje três deputados federais e um estadual: Lafayette Andrada, que muitos consideram local apenas por conta do domicílio, uma vez que pertence à tradicional família dos Andradas, de Barbacena. A melhor performance do município está se perdendo no tempo. Foi em 1974, quando foram eleitos um senador (Itamar Franco), três deputados federais - Tarcísio Delgado (MDB), Sílvio Abreu Júnior (MDB) e Fernando Fagundes Neto (Arena) -, além de três estaduais - Amílcar Padovani (MDB), Sérgio Olavo Costa (MDB) e Fernando Junqueira (Arena).


Escalão

Para prestigiar o vice, Alberto Pinto Coelho, que assume seu lugar no final de março, o governador Antonio Anastasia deverá, no mesmo ato de desincompatibilização, exonerar todo o secretariado, a fim de facilitar as primeiras ações do sucessor. É provável, porém, que não haja mudanças substanciais, salvo nos cargos que já iriam ser mudados por causa das candidaturas. O primeiro escalão é formado por vários deputados que teriam mesmo que sair em abril para tentar a reeleição. Além do mais, Pinto Coelho não iria criar zona de conflito com um aliado histórico.


Morre Corni

Foi sepultado na última segunda-feira o ex-vereador Sebastião Mostaro Corni. Durante o bipartidarismo, como primeiro suplente da Arena, foi convocado para substituir os então vereadores Francisco Fonseca - em setembro de 1977, outubro de 1978 e maio de 1979 - e João Carlos Campos, em setembro de 1978. Em 1992, foi eleito para um mandato de quatro anos pelo PFL. Corni tinha 84 anos e morreu em função de complicações provenientes de hipertensão e insuficiência renal. Era casado com Maria José Franklin Corni e tinha cinco filhos.


Conselheiros

Já está em vigor, mediante sanção do governador Antonio Anastasia, a lei que prorroga os mandatos dos conselheiros tutelares do estado. A proposta, segundo seu autor, deputado Arlem Santiago (PTB), é suplementar à legislação federal que alterou de três para quatro anos a duração do mandato dos conselheiros tutelares em todo o país. A lei define ainda que o mandato do conselheiro de município de Minas, empossado a partir de 1º de janeiro de 2011, vai se encerrar no dia 10 de janeiro de 2016. O processo de escolha unificado vai ocorrer em 2015.

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