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30 de Janeiro de 2014 - 07:00

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COMANDO REGIONAL

A articulação que chega aos gabinetes empresariais e de demais lideranças, para eleição de políticos identificados com a região, não deve ser a única questão na pauta desses setores. Na área de segurança pública, ocorre nos bastidores o debate em torno da sucessão do coronel Ronaldo Nazareth no comando da 4ª Região de Polícia Militar. Com 30 anos de tropa, que serão completados agora em fevereiro, ele será obrigado a ir para a reserva, o que os próprios militares chamam de "expulsória". Ele só permanece na ativa se for nomeado para cargos de confiança do governador, como o comando-geral da PM, Gabinete Militar ou Estado Maior. E, por enquanto, não há essa perspectiva, mesmo com a saída de Antonio Anastasia e a chegada de Alberto Pinto Coelho ao Governo do estado, que está também prevista para o mês que vem. O ato de sua aposentadoria já teria até sido publicado no boletim interno da corporação. A meta, que já chama a atenção dos políticos, é defender a indicação de um militar identificado com a cidade e a região. A 4ª RPM é responsável por 86 municípios.


Mesmo perfil

O primeiro problema é que a lista dos possíveis oficiais habilitados - o cargo é privativo de coronel - não contempla nenhum nome da cidade, salvo se houver a promoção entre os atuais tenentes-coronéis, como seria o caso do tenente-coronel Moisés Ricardo Pinto, que responde interinamente pelo cargo. Ronaldo Nazareth é o último militar do topo da carreira oriundo da cidade, daí a preocupação de alguns setores, pois cobra-se, hoje, alguém identificado com as demandas da Zona da Mata.


Audiências

A Câmara já definiu as duas primeiras audiências públicas de fevereiro. A primeira delas, no dia 11, por requerimento do vereador José Fiorilo, vai tratar de questões que envolvem a Guarda Municipal. A segunda, prevista para o dia 18, vai discutir uma demanda que dura décadas: as enchentes no Bairro Industrial e adjacências: "diagnóstico, projetos e recursos". O autor do requerimento é o vereador pelo Partido dos Trabalhadores, Wanderson Castelar. Os dois eventos estão programados para começar às 15h.


Conta rejeitada

O Tribunal Regional Eleitoral publicou em sua página na internet a desaprovação, por unanimidade, das contas do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores referentes às eleições municipais de 2012. O relator do processo, juiz Virgílio Barreto, concluiu que os vícios de lançamento detectados e as omissões realizadas pelo partido demonstram a "ausência de transparência e comprometimento do partido não só com a Justiça Eleitoral mas também com a sociedade democrática".


Irregularidades

As irregularidades que não foram sanadas, de acordo com o relator, são a omissão de despesa - sem a devida comprovação pelo PT da alegação de que seriam despesas de candidatos, omissão no valor de R$ 566 mil, informado somente na prestação de contas retificadora, como dívida de campanha - e emissão de notas fiscais com CNPJ da agremiação, mas em nome de candidatos, no valor de R$ 2.943,64. O TRE constatou que a metade dos gastos, que representa 68,24% do valor (R$ 2.008,83), não foi lançada na prestação de contas dos candidatos.

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