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02 de Março de 2014 - 06:00

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DEPOIS DA FESTA

Embora as convenções estejam programadas para os meses de maio e junho, logo depois do carnaval, o jogo político começa a ser jogado com mais ênfase, pois os partidos precisam não só de fechar as alianças como também montar as chapas de candidatos. Até agora nem todos os atores estão definidos, como é o caso do ex-prefeito Custódio Mattos, que deve aproveitar o recesso de Momo para avaliar sua possibilidade de ir para a disputa com o seu grupo político. A situação ainda provoca incertezas também nas legendas com indefinição de alianças, como é o caso do PMDB estadual. O partido ainda não sabe qual projeto irá vencer a certame interno. O grupo liderado pelo ministro da Agricultura, Antônio Andrade, defende a aliança imediata com o Partido dos Trabalhadores, mas a corrente liderada pelo senador Clésio Andrade investe no projeto da candidatura própria - de preferência a dele - deixando eventuais acordos para o segundo turno.


Audiências

A Câmara já definiu o calendário de audiências públicas de março, que só vão começar no dia 18. A primeira delas vai tratar da Curva do Lacet e da contrapartida do Hospital Monte Sinai para construção da Uaps no Bairro Dom Bosco. O evento foi pedido pelo vereador Jucelio Maria. No dia 19, por requerimento do tucano Rodrigo Mattos, a audiência vai tratar da "demora nos trâmites dos processos de análise dos projetos da construção civil e na emissão da certidão do habite-se".


Mais duas

Estão programadas quatro audiências. A terceira, no dia 20, vai discutir assuntos relacionados à reforma do passeio que margeia a Avenida Brasil e o Rio Paraibuna e a construção de ciclovias. O pedido foi formulado pelos vereadores Chico Evangelista, José Márcio, José Fiorilo e Noraldino Júnior. A última audiência do mês tem como meta discutir a situação do Distrito Escoteiro Zona da Mata. O requerimento para o evento foi elaborado pela vereadora Ana Rossignoli (Ana do Padre Frederico). Todas as audiências estão programadas para as 15h.


Novas regras

O Tribunal Superior Eleitoral definiu na sua última sessão antes do carnaval várias mudanças na legislação eleitoral. Entre elas, a proibição de uso de telemarketing para pedir votos aos eleitores. Também será obrigatório que a propaganda eleitoral e os debates na televisão sejam transmitidos com legenda ou na Língua Brasileira de Sinais (Libras), para facilitar a compreensão por pessoas com deficiência. O TSE advertiu que os candidatos não poderão ser identificados por nomes relacionados a autarquias ou órgãos públicos, como "Fulano do INSS", por exemplo.


Última hora

Entre as diversas decisões, o Tribunal também definiu que os partidos só podem substituir seus candidatos 20 dias antes da eleição. Antes dessa orientação, o prazo era de 24 horas antes do pleito. Há casos notórios de mudança de última hora que acabaram dando certo. Em outubro de 1982, o candidato ao Governo da Bahia, pastor Clériston Andrade, morreu num acidente de helicóptero antes do pleito. Seu paraninfo, o poderoso Antônio Carlos Magalhães, fez a mudança e indicou o médico João Durval Carneiro. Mesmo desconhecido, foi eleito.

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