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06 de Abril de 2014 - 06:00

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MEDICAMENTOS

Diante do caso da família que recorreu à Justiça, e recebeu autorização, para importar um remédio com derivados de maconha para a filha que tem crises de epilepsia, o deputado Júlio Delgado (PSB) postou nota na sua página na internet comunicando ter feito requerimento na Comissão de Defesa do Consumidor para a realização de audiência pública - com participação de representantes da Comissão de Seguridade Social e Família -, tendo na pauta o acesso a medicamentos não comercializados no Brasil pela ausência de autorização da Anvisa. O deputado acentua que o acesso aos medicamentos não é oferecido à população na mesma proporção em que as inovações da biomedicina no mercado mundial avançam, o que faz com que ações mais eficientes para a saúde não sejam viabilizadas. Ele revelou também que no requerimento pretende discutir sobre substâncias que entram no país livremente, "mas que fazem mal às pessoas e que, no entanto, não sofrem qualquer controle do órgão".


É candidato

As relações do PMDB com o PT ainda estão indefinidas. Embora o presidente do diretório, Antônio Andrade, tenha assegurado que a legenda fechará com o candidato Fernando Pimentel, o senador Clésio Andrade sinalizou que não há nada acertado. Na última sexta-feira, por meio de nota, ele comunicou que se licenciou da presidência da Confederação Nacional dos Transportes para se dedicar exclusivamente à sua candidatura a governador. O impasse deve ser definido apenas na convenção.


Não esquece

A atitude de Clésio pode ser apenas uma senha para negociação, mas a preocupação maior dos petistas envolve algumas lideranças peemedebistas, a começar pelo ex-ministro Hélio Costa, que mantêm viva a chama da vingança. Candidato ao Governo em 2010 pelo PMDB, Hélio foi vítima do Dilmasia, movimento que estabelecia voto à candidata Dilma Rousseff, do PT, e ao governador Antonio Anastasia (PSDB). Ele, como se diz nos bastidores, defenderia a repetição do movimento, tendo, agora, o PT como vítima.


Na Justiça

O imbróglio envolvendo a última eleição do Sindicato dos Metalúrgicos, em que saiu vitorioso o atual presidente da entidade, João Cezar da Silva, segue sem definição. Esta semana, o Tribunal Regional do Trabalho marcou as primeiras audiências referentes aos dois processos que correm na 2ª Vara da Justiça do Trabalho de Juiz de Fora. Um deles, movido pela chapa do candidato derrotado Geraldo Werneck, terá sua primeira audiência no dia 2 de setembro. A audiência da outra ação, movida pelo candidato derrotado Henrique Almeida, será no dia 17 do mesmo mês.


Liminar

A ação de Werneck pede a anulação da urna dez das eleições, onde teriam sido registrados votos de eleitores inaptos a participar do certame. O outro processo, movido pelo candidato Henrique Almeida, pede a anulação de todo o processo eleitoral, definido por três votos de diferença de João Cezar para Werneck. No mês passado, a posse da nova gestão foi suspensa por liminar a pedido do grupo de Henrique. Ainda assim, João Cezar está à frente do sindicato, uma vez que a suspensão prevê que, até determinação da Justiça, a Mesa Diretora anterior esteja à frente da entidade classista.

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