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08 de Maio de 2014 - 06:00

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COM JOÃO CÉSAR

Embora as convenções tenham prazo legal para serem realizadas, de 10 a 30 de junho, as pré-candidaturas estão em curso, e algumas delas já mobilizam militâncias. A possibilidade de o ex-vice-prefeito João César Novaes disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa repercute até mesmo em outras siglas. O presidente licenciado do PDT, Vítor Valverde, disse que a possível entrada de Novais no páreo o deixa pessoalmente entusiasmado. E foi adiante. "Se ele confirmar a candidatura, e o nosso partido não tiver candidatos, eu vou defender fortemente o apoio de nossa legenda a ele." Vítor se referia à possibilidade de a vereadora Ana Rossignoli e o presidente em exercício do PDT, Antônio Zaidam, se lançarem. A vereadora, nas várias vezes em que foi indagada sobre tal possibilidade, saiu pela tangente. Se confirmar que não vai disputar, a discussão interna pode gerar um dado inédito: uma coligação com o PMDB apenas para apoiar um candidato a deputado estadual. "Vou respeitar as instâncias internas, mas, se não houver candidatos, lutarei pelo João César", reafirmou Valverde.


Ainda demora

A Justiça Eleitoral encerrou ontem, com fila recorde na Rua Osório de Almeida, no Bairro Poço Rico, o registro de novos eleitores, agora aptos a participar do pleito de outubro. Os números finais, no entanto, só devem ser conhecidos no fim do mês, uma vez que, além das conferências, serão elaborados dados com eleitores em baixa. É certo, porém, que Minas continuará com o segundo maior colégio eleitoral do país, só superado por São Paulo, e que Juiz de Fora estará entre os cinco maiores do estado, aproximando-se dos 400 mil inscritos.


Coeficiente

O número de eleitores é estratégico para os partidos, pois fazem cálculos do coeficiente eleitoral e das possibilidades de cada legenda nas eleições. Legendas como PT, PMDB e PSDB apostam que para se eleger um deputado federal serão necessários cerca de cem mil votos, o que deixa a disputa acirrada dentro das próprias siglas. Nos partidos de menor porte, os números são bem mais modestos, mas a quantidade de cadeiras que vão ocupar também é bem menos expressiva.


Não gostou

Boleiro desde adolescente, tendo assistido à fatídica final da Copa do Mundo de 1950, no Maracanã, quando o Brasil foi derrotado pelo Uruguai, o ex-prefeito Tarcísio Delgado não gostou da convocação da Seleção. Sua frustração está na ausência de jogadores que atuam em território brasileiro - apenas três, sendo dois reservas. "Nosso pobre futebol não vai disputar a Copa. Temo pela seleção de jogadores que não conhecemos. Temo pela sorte da Seleção. Estou frustrado. Em 50, em 58, em 62, em 70, Vasco, Botafogo, Santos, Cruzeiro eram a base da seleção." Destes, só o Botafogo emplacou o goleiro Jefferson.


Gostou

Vascaíno como Tarcísio, o prefeito Bruno Siqueira ouviu a convocação pelo rádio, pois saía de solenidade de inauguração de um posto policial no Bairro Bom Clima. Gostou da lista, acentuando confiar na equipe de Luiz Felipe Scolari, pois confia no trabalho e na disciplina apregoados com frequência pelo técnico. Como entrou direto em outras reuniões, o prefeito não acompanhou os desdobramentos da convocação e os comentários postados nas redes sociais.

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