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04 de Junho de 2014 - 16:23

Por Tribuna

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Movimento chegou à Praça da Estação, no Centro
Movimento chegou à Praça da Estação, no Centro

Atualizada às 17h45

Os professores da rede municipal rejeitaram novamente a contraproposta da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) e decidiram manter, por tempo indeterminado, a greve deflagrada pela categoria no último dia 21 de maio. A decisão foi tomada em assembleia realizada nesta quarta-feira (4), na Sociedade de Medicina. Por volta das 17h, após o fim da reunião, cerca de 400 docentes, segundo a Polícia Militar, saíram novamente às ruas do Centro, em direção à Praça da Estação. O movimento foi encerrado cerca de 40 minutos depois. Eles cobram da Prefeitura o reajuste de 8,32%, correspondente à atualização nacional do piso salarial, feita pelo Ministério da Educação (MEC). Outra reivindicação dos professores é o pagamento de R$ 1.657,42 para todos os docentes que trabalham até 40 horas semanais. A PJF entende que, como seu quadro trabalha 20 horas por semana, deve pagar o valor proporcional do piso. Tal entendimento é refutado pela categoria, mas endossado pela Justiça.

Pela manhã, foi realizada a oitava reunião entre a PJF e o Sindicato dos Professores (Sinpro-JF). A Administração municipal informou que apresentou respostas a todos os itens da pauta de reivindicações, sendo o documento encaminhado para leitura na assembleia do sindicato.

Na proposta, segundo a PJF, foi oferecida nova forma de pagamento do índice anteriormente apresentado, de 6,42%. O valor apurado entre os meses de janeiro e abril de 2014 seria pago como forma de abono em agosto, enquanto o mesmo índice passaria a ser pago como vencimento a partir de maio. Já a partir de novembro de 2014, seria paga a diferença para se obter o índice de 6,5%, mesmo percentual já apresentado para todos os servidores da PJF.

Uma nova assembleia dos professores municipais está marcada para esta sexta-feira, às 15h, na Sociedade de Medicina. Nesta quinta, os docentes sairão às ruas do Bairro Manoe Honório, para explicar para a população os motivos da greve. A mesma ação já foi feita nos bairros Benfica e Santa Luzia. 

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