O déficit de R$ 33,8 milhões deixado pela administração Custódio Mattos (PSDB) e considerado "administrável" pelo atual Governo municipal repercutiu ontem na Câmara Municipal. Depois de o vereador Roberto Cupolillo (Betão, PT), puxar a questão, dizendo-se preocupado com o plano de contingenciamento anunciado e com os números apresentados, foi a vez do também petista Wanderson Castelar relatar sua estranheza e cobrar que a Câmara tenha um setor especializado em contas públicas. Rodrigo Mattos (PSDB) defendeu a gestão de seu pai e disse ser impossível "fazer milagre em quatro anos", mas reforçou a necessidade de corpo técnico para fiscalizar as contas do Executivo.
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15 de Janeiro de 2013 - 07:00
Por Tribuna
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