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15 de Julho de 2014 - 08:17

Por Tribuna

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O projeto de lei que proíbe o uso de água tratada pela Cesama para lavação de calçadas e fachadas públicas - residenciais ou comerciais - passou ontem um primeira discussão ontem na Câmara Municipal. Segundo o proponente da matéria, o vereador Antônio Aguiar (PMDB), a peça tem mais cunho educativo do que repressivo. "A água não pode continuar a ser utilizada de forma irracional, que acarreta aumento do custo para o tratamento e escassez do recurso. É preciso utilizar outras alternativas de limpeza, como a água da chuva", defende.

O projeto, que entrou em tramitação em fevereiro, quando a cidade enfrentou rodízio de abastecimento, ainda prevê penalidades que vão desde advertências a multas. A matéria destaca casos excepcionais, em que o uso da água tratada é liberado como a limpeza após acidentes naturais, como enchentes e deslizamentos de terra, desde que solicitada à Cesama, que emitirá autorização em até 48 horas. A denúncia deverá ser feita pela população à Cesama pelo telefone 115. A matéria segue hoje para segunda votação.

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