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03 de Junho de 2014 - 09:55

Por Tribuna

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Objetivo foi pressionar o Governo para negociação
Objetivo foi pressionar o Governo para negociação

Atualizada às 17h42

Professores da rede estadual e servidores estaduais de saúde fizeram nesta terça-feira (3) protesto no Bairro Grama, Zona Nordeste, reivindicando junto ao Governo a abertura de negociações salariais com as duas categorias. Cerca de 100 trabalhadores fizeram concentração às 9h em frente à Escola Estadual Hermenegildo Vilaça, na Rua Rio de Janeiro, seguindo em passeata pelas principais vias do bairro e fechando a Avenida Juiz de Fora, perto do Hospital João Penido. Os manifestantes permaneceram no local até as 11h30, quando teve fim o ato público. A ação foi coordenada pelo Sindicato Único dos Trabalhadores de Saúde (Sind-Saúde) e pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE). Ambas as categorias estão em greve, os docentes desde o último dia 21 de maio e os servidores de saúde desde o dia 27 do mesmo mês.

Segundo lideranças de ambos os sindicatos, o movimento busca conseguir do Governo mineiro a abertura de negociação sobre salários e quanto à reestruturação do plano de cargos e carreira. "A manifestação unificada teve por objetivo pressionar o estado, para que abra a negociação com as duas classes", disse a representante do Sind-UTE, Victoria Mello, durante a passeata. Os docentes convivem com baixa adesão ao movimento grevista, abaixo de 1%, ao passo que os servidores de saúde trabalham para manter a greve sem interromper serviços essenciais. "A adesão é grande, tendo as atividades sido interrompidas em Belo Horizonte e outras cidades importantes. Em Juiz de Fora, estamos em estado de greve até encontrarmos a melhor forma de manter as atividades que não podem parar." A decisão sobre a greve na saúde sairá de assembleia do Sind-Saúde na quinta-feira, às 14h.

Por nota, o Governo de Minas tem afirmado, quanto aos servidores de saúde, que mantém diálogo permanente com a categoria, por meio do Comitê de Negociação Sindical (Cones) e de reuniões específicas. Quanto aos professores da rede estadual, a Administração estadual afirma que paga aos professores vencimentos acima do piso salarial, senda esta a razão para o movimento grevista lograr de baixa adesão.

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