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10 de Janeiro de 2014 - 19:20

Por Tribuna

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A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) informou, em nota, que vai rescindir o contrato com a empresa de vigilância JKMG Segurança Privada, em razão do atraso no pagamento por parte da empresa a funcionários contratados para atuar como vigilantes na Universidade. A empresa ficará impedida de firmar contrato com a instituição por dois anos. Os funcionários estão sem salário desde dezembro. Além da falta do pagamento, os trabalhadores não receberam o 13° salário, o vale-alimentação (referentes à dezembro e janeiro - no valor de R$ 132 cada um) e o vale-transporte deste mês. A Tribuna fez contato com a empresa, mas foi informada de que a direção só retornaria na segunda-feira (13).

A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (10), pelo pró-reitor de Planejamento e Gestão, Alexandre Zanini, aos profissionais em reunião no Anfiteatro da Reitoria no campus. O pró-reitor informou ainda que, ao mesmo tempo, será aberto processo para contratar, em caráter emergencial, nova empresa de vigilância a ser escolhida entre, pelo menos, três concorrentes. A expectativa é que a vencedora seja conhecida no próximo dia 20 e que não haja interrupção no serviço de segurança.

Em nota, a Universidade acrescentou que "a Procuradoria Federal junto à UFJF, a pedido da Administração Superior, também entrará com ação na Justiça do Trabalho para bloquear o pagamento da nota fiscal emitida pela JK referente a dezembro de 2013, no valor de R$ 292.599,89, não repassada aos funcionários, e para que autorize a própria UFJF a pagar diretamente aos trabalhadores terceirizados os valores desse mês".

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