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19 de março de 2017 - 07:00

Procon vai fiscalizar condições das carnes em JF

Proteste sugere boicote a marcas envolvidas; e Idec propõe consumo de marcas in natura
Por Tribuna

Eduardo Schroder vai se reunir com órgãos de fiscalização para traçar ações em conjunto na cidade (foto: Fernando Priamo)

Após a operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal na sexta-feira 17, descobrir que frigoríficos do país vendiam carne imprópria para o consumo para o mercado interno e externo, a Agência de Proteção e Defesa do Consumidor de Juiz de Fora (Procon/JF) informou que irá fiscalizar as condições do produto na cidade. “Vamos nos reunir com representantes da Vigilância Sanitária e das secretarias de Agropecuária e Abastecimento (SAA) e Atividades Urbanas (SAU), para realizar uma ação em conjunto. Iremos aos locais de venda da cidade para saber o condicionamento do produto in natura e verificar a carne que é vendida embalada”, garantiu o superintendente Eduardo Schroder.

Neste momento, a orientação aos consumidores é para que redobrem a atenção na hora de comprar o produto. “É preciso observar se a carne está resfriada e mantendo características adequadas, como cor, cheiro e textura. Também é importante estar atento ao prazo de validade.” O ideal é que o alimento tenha coloração avermelhada, textura não pegajosa e não apresente mau-cheiro.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) recomenda que os alimentos in natura ou minimamente processados sejam priorizados em vez da carne embalada. Já a Proteste (Associação de Consumidores) incentiva o boicote às marcas citadas no esquema criminosos. De acordo com a PF, as empresas envolvidas são a JBS, dona de marcas como Big Frango e Seara, e a BRF, detentora das marcas Sadia e Perdigão.

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