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31 de Janeiro de 2014 - 07:00

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COM UNHAS E DENTES

Interpretar mocinhas sofridas é uma constante na trajetória de Paolla Oliveira. Não é à toa que, ao longo do tempo, a atriz paulistana de 31 anos já está acostumada a defender suas personagens. Como foi o caso da pediatra Paloma, de ''Amor à vida". Mesmo com o grande destaque do vilão Félix, papel de Mateus Solano, Paolla acredita que sua mocinha em todos os momentos foi além do convencional e não apresentou sofrimentos sem razão. "Ela encontrou seu espaço dentro de um trabalho em que vários personagens podem brilhar, sem tirar, de forma alguma, o carisma que os vilões exercem hoje em dia. A força dela fez com que fosse muito querida pelo público", explica. Após um longo e exaustivo período de trabalho, Paolla se mostra feliz com o resultado final da trama de Walcyr Carrasco, que estreou no horário das nove. "Fazer parte de um sucesso como esta novela não é só gratificante, mas também estimulante para qualquer ator", elogia. Desde sua estreia na Globo como a mimada Giovana de "Belíssima", a atriz tem ocupado o posto de protagonista com frequência, como foi em "O profeta" e "Insensato coração". No entanto, se diz mais focada no crescimento artístico do que no tamanho do espaço que tem em uma história. "O personagem é o mais importante. A possibilidade de mudança e de me transformar como atriz me atrai muito mais", ressalta.


OLHAR APURADO

Manoel Carlos se considera um grande observador. Por isso, ao longo dos anos, se aperfeiçoou na arte retratar temas comuns do cotidiano. Em sua próxima novela das nove, "Em família", o autor irá revistar temáticas já abordadas em seus outros folhetins, como o amor entre primos e a disputa de mãe e filha por um mesmo homem. "Para mim, é gratificante quando alguém me diz que viu a novela e reconheceu a fala de um personagem como a de um parente ou de um amigo. Talvez por isso o público tenha criado uma identificação com a minha ficção. Ele sente que já viveu aquela história, em algum lugar e época'', afirma.


BATE-PAPO

Prestes a estrear ''Em família'', sua nova novela das nove, a Globo irá promover o folhetim em todos os seus programas de TV. Por isso, Renata Vasconcellos irá entrevistar Manoel Carlos para o ''Fantástico" sobre sua possível última trama longa para a emissora. Desde que assumiu o jornalístico no lugar de Renata Ceribelle, Renata tem sido responsável pelas entrevistas especiais do programa. Ela já conversou com Ney Latorraca, Mateus Solano e Wagner Moura.


SEM PARAR

A Record decidiu movimentar seu elenco em 2014. Escalado para a minissérie "Milagres de Jesus", Paulo César Grande também está confirmado no elenco de "Vitória", próxima novela da Record. Esta será a segunda vez que o ator trabalha sob o texto de Cristiane Freeman. Ele também esteve em "Vidas em jogo", de 2011. O folhetim tem estreia prevista para maio.


MUITO ALÉM

O SBT estuda a possibilidade de estrear um segundo horário de novelas em sua grade até agosto deste ano. A ideia da emissora é produzir um remake de "Os ossos do Barão" ou uma obra inédita também voltada para o público adulto. Originalmente escrito pelo dramaturgo Jorge Andrade, a novela foi produzida pelo SBT em 1997 com Juca de Oliveira e Ana Paula Arósio em seu elenco.


FOI BEM

A iniciativa da Globo em dar sequência ao telefilme "Doce de mãe". Com roteiro inteligente, a produção mostra a velhice de forma bem-humorada e com grandes atores, como Fernanda Montenegro e Drica Moraes.


FOI MAL

A falta de criatividade das provas do "Big brother Brasil". Em sua 14 ª edição, o reality show se preocupa mais em promover seus anunciantes do que apresentar um "game'' interessante.

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