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15 de Fevereiro de 2014 - 07:00

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MÁQUINA DO TEMPO

Trabalhos com a oportunidade de mergulhar em um universo completamente distante de seu tempo e espaço são características fundamentais para Raquel Nunes. Não é à toa que a atriz coleciona uma série de produções de época em seu currículo, como "A padroeira", ''O quintos dos infernos'', "Essas mulheres'' e ''Rei Davi". Por isso, logo se animou com o convite da Record para interpretar a intensa Jaziz do episódio "A impura", da minissérie "Milagres de Jesus". "São trabalhos que você pode se aprofundar e conhecer outras noções de vida. É muito rico artisticamente para os profissionais", afirma. Na história escrita por Paulo Richard, a personagem de Raquel é responsável por levar Ana, interpretada por Rafaela Mandelli, até uma feiticeira na tentativa de salvar a moça de uma grave doença. "Ela fica muito compadecida da situação da Ana. Naquele tempo, qualquer ligação com feitiçaria era proibida. Ela é quase uma infiltrada dentro da casa", explica. Em sua segunda trama bíblica, a atriz não passou por um longo processo de ''workshop'' para se ambientalizar com os costumes da época. No entanto, recorreu a referências de sua preparação para "Rei Davi", de 2012. "Todos os trejeitos e forma submissa da mulher eu já dominava. Esse olhar mais para baixo. Só senti dificuldade com o ritmo mais lento imposto pelo João Camargo (diretor). Saía da gravação até com sono", brinca.


HORA DA VERDADE

O ''Pânico na Band" volta ao ar, ao vivo, a partir de amanhã, com a missão de provar que o programa pode sobreviver após a saída de Sabrina Sato para a Record. Sem seu principal nome de ações publicitárias, o humorístico terá novos quadros e personagens. Para tentar driblar a ausência da japonesa, a produção irá apostar em fórmulas de sucesso do passado como a dupla Vesgo e Silvio. "Não somos saudosistas, mas muita gente pediu, e resolvemos voltar com eles'', ressalta o diretor Alan Rapp. Entre as novidades, o quadro "Vídeo sou", com o personagem Zeca Tamagro, interpretado por Márvio Lúcio, o Carioca. Além disso, o programa também estreia quadros inspirados nos jornalistas Ricardo Boechat, da Band, e Rachel Sheherazade, do SBT. A apresentação de um novo integrante promete ser um dos pontos altos da produção, que fará mistério o máximo de tempo possível sobre sua identidade.


TOCA A BOLA

A Copa do Mundo no Brasil é um grande ''filão" para alavancar a audiência de diversas emissoras de TV. De olho nessa oportunidade, a Band será o único canal aberto que irá transmitir todas as 64 partidas da competição. Por conta da extensa cobertura, a emissora movimentou boa parte de sua equipe de jornalismo. Renata Fan, que comanda o diário esportivo ''Jogo aberto", Luciano do Valle e Milton Neves são os principais nomes representantes do canal durante o evento. Durante os 32 dias da competição, serão mais de 15 horas diárias dedicadas ao torneio.


A TODO VAPOR

Após uma breve pausa, Heloísa Périssé voltou a gravar a série "A segunda dama" na orla da praia do Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro. A produção, escrita pela própria atriz, gira em torno de uma primeira dama que acaba substituída pela irmã gêmea. Dan Stulbach, que estava envolvido com a apresentação do programa "Encontro com Fátima Bernardes", já se juntou ao elenco.


FOI BEM

O desempenho de Bruna Marquezine, a Helena e a Luiza, da segunda e terceira fase de ''Em família". A atriz soube dar vida a ambas as personagens sem mostrar repetição.


FOI MAL

A falta de função de Bianca Bin, a Amélia de "Joia rara". Protagonista do folhetim de Thelma Guedes e Duca Rachid, a atriz teve sua participação drasticamente reduzida, e ela não está envolvida em nenhum dos principais conflitos da história.

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