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18 de Março de 2014 - 06:00

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MISTURA FINA

A dinâmica acelerada da TV pode, em um primeiro momento, assustar profissionais originais do teatro. "Cria" dos palcos, LUANA MARTAU teve seu choque inicial com a televisão suavizado após estrear sob a direção geral de Amora Mautner, conhecida por seu método de trabalho a partir do improviso. Hoje, no ar como a Cléo de "Joia rara" e em seu quarto trabalho com a diretora, a atriz acredita que ganhou mais segurança diante das câmaras. "O trabalho na TV é tão interessante de se observar e participar. A Amora tem um jeito único de dirigir. Ela me conhece bem e sabe o que pode pedir de mim. É bom ter essa sintonia", valoriza a atriz, que também trabalha pela quarta vez sob o texto da dupla Thelma Guedes e Duca Rachid. "São duas joias. Acho muito bonita a forma que elas escrevem", elogia. Na reta final do folhetim das seis, Luana divide as gravações da trama com os preparativos de "Tá no ar", novo humorístico de Marcelo Adnet e Marcius Melhem, com estreia prevista para abril. Na produção, a atriz divide os estúdios com mais nove atores que contracenam em diversas esquetes sobre formatos de programas que fizeram história na TV. "São vários personagens. É como se o público ficasse mudando de canal constantemente. A gente faz de tudo desde propagandas, jornais até novelas", explica.


DO MUNDO DA MÚSICA

Nomes conhecidos da televisão irão dividir espaço com jovens talentos em "Meu pedacinho de chão", próxima novela das seis. O cantor, compositor e violinista Gabriel Sater, filho do violeiro Almir Sater, faz sua estreia na TV no "remake" de Benedito Ruy Barbosa como o violeiro Vilamundo. Na trama, ele fará par romântico com Milita, papel de Cintia Dicker. O folhetim tem estreia prevista para o dia 7 de abril. Além de Gabriel, o elenco conta com Antonio Fagundes, Rodrigo Lombardi, Juliana Paes e Osmar Prado.


DATA MARCADA

Ana Hickmann já tem seu retorno ao "Programa da tarde", da Record, definido para o mês de maio. Ao todo, a apresentadora ficará três meses longe do vespertino. Apesar de ter sua volta marcada, a loura não irá retomar suas atividades por completo. Inicialmente, ela não participará de reuniões e externas. Apenas retomará a apresentação da produção ao lado de Ticiane Pinheiro e Britto Jr.


DISPUTADA

De folga das novelas desde o fim de "Salve Jorge", Nívea Maria está cotada para integrar o elenco do novo folhetim de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga. Recentemente, a atriz também teve sua participação no seriado "Doctor Pri", de Aguinaldo Silva, acertada. No entanto, a série foi adiada e segue sem nova data de estreia. A trama tem previsão de ir ao ar a partir do primeiro semestre de 2015.


DUPLA DINÂMICA

A "dobradinha" entre Sophie Charlotte e Marco Pigossi tem se tornando constante na Globo. Os dois serão um casal no "remake" de "O rebu", próxima novela das 23h. Esta será a terceira vez que eles fazem par romântico na TV. A dupla esteve junta em "Fina estampa" e "Sangue bom". Na história adaptada por George Moura, Sophie será Duda, filha da governanta de Angela, papel de Patrícia Pillar, que morre num acidente de helicóptero. Por isso, a jovem acaba sendo criada pela patroa de sua mãe. Já Marco será Bruno, um especialista na conquista de mulheres ricas e carentes.


CASA NOVA

Em sua segunda temporada, o "Vai que cola" irá passar por algumas mudanças em seus bastidores. Inicialmente uma produção da Conspiração Filmes, este ano o humorístico protagonizado por Paulo Gustavo passa a ser responsabilidade da produtora Zola, de José Henrique Fonseca. O programa tem estreia prevista para o segundo semestre de 2014.


RÁPIDAS

# Nesta terça, em "A teia", João Macedo vai atrás de Celeste.

# Hoje, Marcelo, Vanessa e Diego se enfrentam no paredão do "Big brother Brasil".

# Vai ao ar, nesta terça, o último capítulo da novela "A madrasta", do SBT.

# A Record exibe, hoje, o episódio "A dama do lago", da segunda temporada de "Era uma vez".


FOI BEM

O sensível quadro "Entre gerações", do "Fantástico". A produção, que tinha tudo para ser piegas, consegue mostrar um embate entre gerações de forma sutil e sem excesso de dramas.


FOI MAL

A cafonice do prêmio "Melhores do Ano", do "Domingão do Faustão". Ao longo de toda a produção, o apresentador tentou forçar um "glamour" inexistente no evento. Além disso, a música de encerramento só evidenciou o mau gosto da premiação.

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