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03 de Abril de 2014 - 06:00

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PADRÃO ELEVADO

O caráter artístico e artesanal de obras fechadas costuma chamar a atenção de diversos profissionais. Em sua grande parte com menos compromisso comercial, esse tipo de produção pode se tornar mais elaborada e mostrar um resultado final cuidadoso. Novata na televisão, MARINA RIGUEIRA logo se encantou com a possibilidade de participar de um projeto com elevado grau estético. Escalada para viver a romântica Noemi do episódio "A cura do cego de nascença", da minissérie "Milagres de Jesus", a atriz experimenta uma linguagem totalmente nova em sua carreira. "É diferente de tudo que já fiz. Tudo é mais lento e feito com mínimos detalhes. É cinema na televisão", valoriza. Na história de Renato Modesto, a personagem de Marina irá enfrentar diversos percalços para consolidar seu amor com o jovem cego Uriel, interpretado por Guilherme Berenguer. "Ela é uma mulher à frente do seu tempo. Não aceita as imposições do pai. Luta para viver de acordo com os desejos dela", defende. Para encarnar uma personagem de uma época tão distante, a atriz passou por um intenso, porém breve, período de preparação e "workshops" na Record. "Foi bem curto, mas ajudou bastante a dar um rumo mais claro para o papel. O figurino também interfere no jeito de andar e se comportar", explica.


QUEDA LIVRE

A 14ª edição do "Big brother Brasil" chegou ao fim com índices de audiência frustrantes para a Globo. O "reality show" teve a final menos assistida da história da competição, com média de 22,6 pontos. No ano passado, a decisão do programa marcou 28 pontos. Além disso, o "reality" fechou a edição com 23 pontos, a menor média geral de todos os tempos. Apesar dos resultados pouco expressivos, a produção segue com altos níveis de faturamento comercial e está confirmada na grade da emissora até 2018.


TEMPO DE MUDANÇAS

Aos poucos, o "Altas horas" vai passando por pequenas reformulações. Após a mudança de horário, a produção comandada por Serginho Groisman estreia novos quadros para a temporada de 2014. Um deles é "O que meu pai não entende", com a participação de jovens da plateia e seus pais. Além disso, o programa ganhará novo cenário. Os três palcos de shows - um da banda feminina e os outros dois para convidados - ficarão suspensos por trás das arquibancadas, que agora formam uma arena intimista.


TIME EM CAMPO

A Globo já movimenta a sua grade de programação em função da Copa do Mundo no Brasil. No dia 9 de maio, o "Globo repórter" terá uma edição especial sobre a competição. Tino Marcos, Renato Ribeiro e Marcos Uchôa conduzem as reportagens do programa, que mostra detalhes da vida pessoal de Felipão e os anônimos que preparam o palco para os craques, além de trazer os bastidores da história da Seleção Brasileira, que completa cem anos em 2014.


TUDO NOVO DE NOVO

Benedito Ruy Barbosa não pretende tratar "Meu pedacinho de chão" como um "remake" da obra original exibida em 1971. Da primeira versão, o autor decidiu manter apenas o título e os nomes de alguns personagens. No entanto, as histórias e as questões abordadas ganharam nova roupagem. "Em 1971, eu não podia tratar de vários temas por causa da ditadura. Agora, por exemplo, haverá professores e médicos em greve por causa de salários atrasados. Isso jamais iria ao ar na década de 1970", explica. O folhetim, que conta com a direção de núcleo de Luiz Fernando Carvalho, tem estreia marcada para o dia 7 de abril.


NOME DE PESO

Deborah Secco está confirmada em "Boogie oogie", próxima novela das seis que irá substituir "Meu pedacinho de chão". Na trama escrita por Rui Vilhena, ela será uma comissária de bordo muambeira de 1978. A atriz está longe das novelas desde "Insensato coração", de 2011. A pré-produção irá começar em maio, e o folhetim tem estreia prevista para o segundo semestre.


RÁPIDAS

# A Record apresenta, hoje, o episódio "Em nome do irmão", da segunda temporada de "Era uma vez".

# Nesta quinta, a Band exibe um episódio da série "Como eu conheci sua mãe", com a participação especial da cantora Britney Spears.

# O filme "No caminho do sucesso" é destaque, hoje, na "Sessão da tarde".


FOI BEM

A mudança de figurino e até comportamental de Clara, papel de Giovanna Antonelli, na novela "Em família". Inicialmente marcada por uma caracterização jovial demais para o perfil da personagem, a irmã de Helena, interpretada por Júlia Lemmertz, agora apresenta um figurino de mulher madura e vivida.


FOI MAL

As brincadeiras bobas e infantis que Rafinha Bastos promove ao longo do "Agora é tarde". O apresentador perde muito tempo com jogos sem graça e esquece de aprofundar melhor suas entrevistas.

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