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04 de Abril de 2014 - 06:00

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BOM MOÇO

Ao longo de sua carreira, BRUNO GAGLIASSO marcou sua trajetória por papéis que o tirassem de sua "zona de conforto". Após 20 anos dando vida a tipos polêmicos, Bruno estreou, através do texto de Thelma Guedes e Duca Rachid, seu primeiro protagonista herói na televisão. Passados mais de sete meses depois do início dos trabalhos de composição do romântico Franz, de "Joia rara", o ator chega à reta final do folhetim com a sensação de dever cumprido. "Sem dúvidas é uma novela que fez muita diferença na minha vida", afirma ele, que também ganhou bastante repercussão ao interpretar o tresloucado vilão Timóteo, de "Cordel encantado", que contou com a assinatura da dupla de autoras. Dando tímidos passos no cinema, Bruno se encantou com a estética rebuscada e próxima da sétima arte da direção geral de Amora Mautner e o núcleo de Ricardo Waddington. "Foi uma novela feita com muito cuidado e prazer. Toda a equipe trabalhou com vontade de levar um produto de qualidade e um folhetim que todos nós sentimos muito orgulho", valoriza. Um dos atores mais disputados do "casting" da emissora, Bruno já está confirmado na próxima novela das nove, "Falso brilhante", onde interpretará um ajudante de cozinha nordestino.


IDENTIDADE NOVA

A Globo não pretende restringir suas mudanças apenas à grada de programação. A partir de domingo, dia 6, a emissora também apresenta sua nova logomarca. A logo perde o cinza metálico e se apresenta branca, com traços limpos, cores vivas e em movimento. "A renovação é uma característica da Globo. A empresa vem evoluindo e encontrando maneiras sempre inovadoras de reforçar seu compromisso com o público e sua vocação de informar, divertir e contribuir para a educação", explica o diretor-geral, Carlos Henrique Schroder. Para Hans Donner, criador do símbolo, o branco que prevalece na nova versão é a síntese da pluralidade que sempre esteve presente no canal. "O branco é a soma de todas as cores e a que melhor representa uma emissora de televisão que busca o tempo todo mostrar o Brasil e a sua diversidade", defende.


PEDRAS NO CAMINHO

Carlos Lombardi está se desdobrando para driblar os problemas de "Pecado mortal". Após a mudança de horário e a saída de Mel Lisboa e do diretor Alexandre Avancini, o autor ainda enfrenta alguns percalços ao longo de seu primeiro folhetim na Record. Por conta das apresentações e dos ensaios da peça "Se eu fosse você", Lombardi não está desenvolvendo como gostaria a trama de Lua Blanco, que interpreta Silvinha. A atriz apresenta pouca disponibilidade de horário para as gravações por conta do musical em cartaz no Rio de Janeiro.


DANDO GÁS

Para não perder o fôlego, há quatro anos no ar, "A liga" estreia sua nova temporada, a partir de terça, dia 8, com grandes reformulações em seu formato. A produção ganha os quadros "Insônia" e "Dia D". No primeiro, um repórter acompanha um convidado em um passeio de carro pela cidade durante a madrugada vivenciando situações bem marcantes. "Nesse quadro, os participantes vão sair um pouco de sua zona de conforto", adianta o diretor, Sebastian Gadea. Já o segundo, irá acompanhar um dia marcante na vida de uma pessoa comum.


FORNO E FOGÃO

A culinária sempre foi um prazer latente na vida de Carolina Ferraz. Após relançar o livro "Na cozinha com Carolina", a atriz irá estrear, no final do ano, um programa no GNT inspirado na publicação. A intérprete da vilã Teresa, de "Além do horizonte", ainda busca o formato ideal para a produção. "Não tenho pretensão de ser chefe de cozinha. Queria um programa em que chegasse na casa da pessoa e fizesse um prato com o que tem na geladeira. Mas isso é bem difícil. Estamos procurando um jeito de unir essa minha ideia com um formato viável", explica a atriz, que ainda não definiu um título para o programa. "Não sei se vai ficar com o nome do livro. Estamos no caminho", completa.


OUTRO LADO

Aos 35 anos de carreira na TV, José Mayer irá enfrentar novas experiências em seu próximo trabalho. Acostumado ao posto de galã, o ator está escalado para "Falso brilhante", próxima novela das nove, onde dará vida a um gay enrustido. Na trama escrita por Aguinaldo Silva, o personagem será um cerimonialista, casado e pai de dois filhos, que enfrentará um conflito interno sobre sua preferência sexual. Esta será a sétima vez que Zé Mayer trabalha sob o texto do autor.


RÁPIDAS

# Nesta sexta, a Record exibe o episódio "O pequenino", da segunda temporada de "Era uma vez".

# Hoje, Daniel Bork recebe o "chef" Eduardo Beltrame e ensina a fazer um merengue com creme de frutas vermelhas, no "Dia dia", da Band.

# Neste sábado, o grupo Sambô participa do "reality show" "Menino de ouro", do SBT.

# Márcia Cabrita gravou uma participação no programa "Estranha mente", de Fernando Caruso.


FOI BEM

A produção, direção e caracterização de "Joia rara". Do começo ao fim, Amora Mautner, diretora-geral, apresentou uma novela com figurinos e estética impecáveis. O folhetim de Thelma Guedes e Duca Rachid era extremamente bonito e prazeroso de se ver.


FOI MAL

O roteiro pouco empolgante de "Joia rara". Muito centralizada na questão do amor entre Franz e Amélia, interpretados por Bruno Gagliasso e Bianca Bin, e os dilemas budistas de Pérola, papel de Mel Maia, a trama teve poucos momentos de virada. Em boa parte do tempo, o folhetim foi enfadonho e meloso além da conta.

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