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14 de Maio de 2014 - 06:00

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DONA DO JOGO

Dira Paes é do tipo de artista que não tem medo de se jogar em seus personagens. Por isso, a atriz consegue passear entre diferentes tipos na teledramaturgia. Sem fazer feio, a paraense já apareceu fogosa como a Norminha de "Caminho das Índias", "tapada" como a Solineuza de "A diarista", como a lutadora Lucimar de "Salve Jorge" e, mais recentemente, como a adúltera Celeste em "Amores roubados". Agora, em "O rebu", o desafio é completamente diferente de todos que ela já viveu. Na adaptação de George Moura e Sérgio Goldenberg, que tem estreia prevista para 14 de julho, Dira viverá Rosa, uma investigadora de polícia. "Tive de me preparar muito. Aprendi desde a parte técnica de ser uma policial civil, passando por me familiarizar com os termos que eles usam, até segurar em uma arma", conta. Na história, ela é o braço direito do delegado, interpretado por Marcos Palmeira. "Eles também tiveram um envolvimento amoroso", adianta Dira. Para ela, o reencontro com Walther Carvalho, George Moura e José Luiz Villamarim, que estiveram à frente de "Amores roubados", foi um dos fatores decisivos para entrar no folhetim. No entanto, sair de sua "zona de conforto" foi o que mais a chamou atenção. "É um personagem dentro de um contexto em que nunca estive, nunca trabalhei. Isso tem muita força", admite.


VÁRIAS FRENTES

Esta semana, Dan Stulbach aparece em dose dupla na Globo. Ao lado de Ana Furtado, ele cobre as pequenas férias de Fátima Bernardes no matinal "Encontro". E na quinta, dia 15, o ator estreia na pele do excêntrico e deprimido Paulo de "A segunda dama". Dan já é bem experiente na função de apresentar e atuar simultaneamente. Enquanto muitos atores reclamam da falta de tempo, ele já conseguiu atuar em peça e gravar um programa do GNT em São Paulo e ainda fazer novela no Rio de Janeiro. Depois da experiência no programa de Fátima, Dan agora almeja um espaço na TV aberta. "Gosto de debater assuntos pertinentes com plateia e convidados. E adoraria ter essa oportunidade. Desde que eu não tivesse de abrir mão da dramaturgia", avisa.


PÉS NO CHÃO

Nova "queridinha" do diretor Luiz Fernando Carvalho, Cintia Dicker admite que ainda precisa estudar muito para se tornar a atriz que gostaria de ser. Descoberta pelo diretor no quadro "Correio feminino", do "Fantástico", e no ar em "Meu pedacinho de chão", a modelo volta às sessões de fotos e passarelas a partir de agosto, quando terminam as gravações da atual novela das seis. Mas garante que a vontade é estudar e construir uma carreira de atriz paralelamente.


EM BAIXA

As noites de domingo continuam a ser uma incógnita para a Globo. Na ânsia de bisar o êxito do "The voice Brasil", a emissora apostou todas as fichas no "Superstar", colocando, inclusive, Ivete Sangalo como jurada da competição entre bandas. No entanto, a produção vem perdendo fôlego ao longo da exibição e, no último domingo, voltou a ficar atrás do "Programa Silvio Santos", do SBT. Na disputa, o dono do baú ficou com 11 pontos de média e o "reality" musical, com 10. Na Globo, uma segunda temporada da competição começa a ficar cada vez mais distante.


FOI BEM

Para Rodrigo Pandolfo, no ar em "Geração Brasil". O ator já havia se saído bem em suas participações em "A mulher do prefeito" e em "Junto & misturado", mas sua atuação como o excêntrico Shin Soo o levou a outro nível.


FOI MAL

Para a relação entre Marina e Vanessa, personagens de Tainá Müller e Maria Eduarda Carvalho, de "Em família". Se morar com a ex-namorada já não fosse assustador o suficiente, é irreal pensar que ela também controla suas finanças e sua vida sentimental.

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