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29 de Maio de 2014 - 06:00

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DOIS LADOS

Com alguns papéis de mocinhos e outros tantos de vilão no currículo, Gabriel Braga Nunes encara um personagem que caminha nas duas vias. No ar como o Laerte de "Em família", o ator exalta o texto naturalista de Manoel Carlos em seu primeiro encontro com o autor. "Ele aborda os personagens de uma forma muito íntima, sensível. Acho bonita essa poesia do cotidiano, dos primeiros gestos", valoriza. Por isso, Gabriel defende seu personagem e garante que, apesar dos excessos cometidos por Laerte nas primeiras fases do folhetim, agora ele é um homem íntegro. "A dubiedade pode ser um traço do Maneco, mas não desse personagem. Não dá para condenar ninguém por atitudes da juventude. Ele foi lapidado, é um cara correto", argumenta. Apesar de ter feito uma preparação com músicos e maestros, Gabriel garante que prefere descobrir as características e nuances vivendo a história do papel, com o passar dos capítulos. "Acredito que ele vai crescendo à medida em que se relaciona com quem está a sua volta", pontua. O ator também vai viver um malandro cômico em "Babilônia", novela das nove prevista para estrear em 2015.


BATIDO O MARTELO

A dois meses da estreia, a nova novela de Aguinaldo Silva teve o título definido. Antes batizado de "Falso brilhante", o folhetim se chamará "Império". Com Alexandre Nero como protagonista, a trama ainda conta com Flávia Alessandra, Adriana Birolli e José Mayer no elenco. As gravações da próxima novela das nove, que estreia no dia 28 de julho, começaram em abril, na Suíça.


HORA DE DIZER TCHAU

Carlos Lombardi já entregou os últimos capítulos de "Pecado mortal" para a direção da novela. Se tudo sair como previsto, as gravações encerram-se nesta quinta. O clima de despedida por mais um trabalho tomou conta dos bastidores. E mesmo que a novela não tenha sido um estouro na audiência, a Record faz mistérios sobre os desfechos de suas principais tramas. O autor entra de férias, mas já arquiteta seus próximos trabalhos dentro da emissora: uma minissérie está prevista.


FOI BEM

Para Cláudia Abreu. Na pele da perua Pamela Parker em "Geração Brasil", a atriz soube diferenciar a personagem de seu trabalho anterior, a também espalhafatosa Chayene de "Cheias de charme". Com tanto humor, o sotaque forçado nem chega a incomodar tanto.


FOI MAL

Para o excesso de folhetins mexicanos no SBT. Ninguém aguenta mais tantas reprises. Com o fim de "Por ela sou Eva", a emissora aposta em outra trama latina, "Meu pecado", para as tardes.

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