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30 de Maio de 2014 - 06:00

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EM ASCENSÃO

Cria do teatro, Rodrigo Pandolfo começou a ter maior visibilidade após interpretar o problemático Mortiz na aclamada peça "O despertar da primerava", em 2009. Depois disso, foram muitas participações na TV e bons personagens no cinema - com destaque para "Minha mãe é uma peça" - até que ele ganhasse um papel maior na TV. Depois de sua boa atuação em "A mulher do prefeito", o ator agora interpreta o excêntrico Shin-Shoo em "Geração Brasil". Inspirado no cantor coreano Psy, autor da música-chiclete "Gangnan style", Rodrigo não teve muito tempo para se preparar para viver seu primeiro personagem asiático. "Foi uma trabalhosa construção física e vocal. Até porque ele, na frente das câmaras, é aquele show. Quando elas são desligadas, ele assume outra personalidade, é sozinho", conta o ator, que não precisou estudar coreano para interpretar Shin-Soo, mas optou por colocar algumas palavras do idioma no texto do personagem. Além da preparação interna, que passa pela construção dos trejeitos e nuances do "showman", Rodrigo passou por uma transformação visual para interpretá-lo. Ele usa um esquema de fitas e barbantes para deixar os olhos puxados, além de abusar de pasta para deixar o cabelo para cima.


NOMES PRINCIPAIS

Novela de estreia de Daniel Ortiz no posto de autor principal, "Assombrações" está ganhando destaque interno na emissora pelo alto escalão de seu elenco. Depois da escalação de Christiane Torloni, Cláudia Raia, Maitê Proença e Nathalia Dill para os principais personagens, quem chega agora ao elenco é Thiago Lacerda, que ficará com o posto de mocinho. Com supervisão de Silvio de Abreu, a novela terá direção dividida por dois nomes de peso dentro da Globo: Jorge Fernando e Guel Arraes.


FORA DO ESTÚDIO

Com Otaviano Costa dominando as atenções do "Vídeo show", Zeca Camargo acabou indo para as ruas fazer as reportagens do programa, que continua com audiência oscilante entre os oito e 10 pontos no Ibope. Segundo a equipe do programa, Zeca não gostou muito de ter de encarar a função, mas foi pressionado por Ricardo Waddignton, diretor de núcleo. O apresentador mantém o discurso de que todas as mudanças ocorridas no "Vídeo show" só o estimulam.


FOI BEM

Para Alex Escobar. O apresentador da versão carioca do "Globo Esporte" conseguiu levar o carisma que tem no programa para as narrações dos jogos. A dobradinha com o ex-jogador Juninho Pernambucano também tem somado muito às transmissões.


FOI MAL

Para a briga de Laerte e Virgílio, personagens de Gabriel Braga Nunes e Humberto Martins, de "Em família". Sem sentido ou emoção, o duelo entre os dois parecia briga de colegas no recreio da escola.

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