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17 de Junho de 2014 - 06:00

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PONTE AÉREA

Projetos a longo prazo não fazem parte dos planejamentos de Franciely Freduzesky. Morando e estudando em Las Vegas, nos Estados Unidos, a atriz estrutura sua carreira no Brasil com serenidade e sem pressa. Por isso, prefere se comprometer com produções mais curtas e que possam ser encaixadas em sua atribulada agenda. E não foi à toa que o convite para participar do episódio ''A pecadora que ungiu os pés de Jesus'', da minissérie ''Milagres de Jesus", foi ideal para os planejamentos de Franciely. "A Record já tinha me feito outros convites, mas não se encaixavam aos meus horários. Não posso ficar muito tempo no Brasil. Tenho toda uma vida acontecendo em Las Vegas", afirma. Na história bíblica, a atriz vive a prostituta Ada, que ajudará a protagonista Diná, papel de Tammy Di Calafiori, quando for abandonada grávida pelo comerciante Daniel, de Duda Nagle. "A personagem da Tammy é julgada e procura ajuda. Naquele tempo, os dogmas eram muito sérios. Mulheres abandonadas eram mortas ou julgadas", explica a atriz, que sempre desejou participar das tramas épicas da Record. "São projetos com grandes investimentos. É um trabalho muito detalhista e com tons de cinema", valoriza. Apesar do tempo morando nos Estados Unidos, Franciely ainda não tem planos para investir no mercado americano profissionalmente. "Por enquanto, quero me especializar e estudar. Estou tendo aulas com os melhores professores. No futuro, quem sabe?", questiona.


FIM DO DESCANSO

Depois de um período de férias do "Big brother Brasil", Pedro Bial começou a gravar a terceira temporada do "Na moral". O primeiro programa do ano contará com o tema "Identidade brasileira''. A produção recebe o chef Claude Troigros, o cientista político Alberto Carlos Almeida, a modelo Ellen Jabour e a repórter Carol Nakamura. O programa tem estreia prevista para o dia 3 de julho - ainda dentro do período da Copa do Mundo.


NOVO VISUAL

Giulia Gam está de novo visual para sua próxima personagem na nova novela das seis, "Boogie Oogie". A atriz alongou os cabelos para viver a fútil Carlota. Na história de Rui Vilhena, ela será esposa de Fernando, interpretado por Marco Ricca, e mãe da protagonista Sandra, papel de Isis Valverde. No entanto, a personagem irá viver longe da filha após o bebê ser trocado na maternidade pela vilã Susana, de Alessandra Negrini.


FOI BEM

A narração de Alex Escobar nos jogos da Copa do Mundo. O jornalista apresenta detalhes interessantes sobre as seleções, faz comentários e tem bastante empatia com o público.


FOI MAL

A enxurrada de pautas com telespectadores cantando o hino brasileiro nos mais diversos programas de TV. Se depender das emissoras de televisão, ao final da Copa do Mundo, o público irá saber o hino nacional de cor e salteado.

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