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04 de Julho de 2014 - 06:00

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DE OLHO

O vilão é um dos papéis mais cobiçados por diversos profissionais. Guilherme Leicam sabe bem disso. Com feições delicadas e olhos azuis, ele é facilmente transportado ao posto de mocinho clássico. No entanto, ao dar vida ao ciumento Laerte na segunda fase de "Em família", o ator abriu seu leque de oportunidades na TV e foi convidado pelo diretor Jorge Fernando para interpretar o ambicioso Gustavo de "Alto astral", título provisório da próxima novela das sete. "Não concebi o Laerte dentro dos moldes de um vilão tradicional. No entanto, não irei facilitar meu trabalho fazendo caras e bocas de vilão. Gustavo será um grande mau exemplo", afirma. Na história escrita por Daniel Ortiz, Guilherme será irmão da protagonista Nathalia Dill e terá uma série de atitudes preconceituosas ao longo da trama. "É um cara convencido, bonitão, 'mauricinho' e extremamente preconceituoso. Quero que o público rejeite suas atitudes preconceituosas", explica. Dando vida a tipos bastante semelhantes, Guilherme busca não se repetir e trabalha para marcar bem as diferenças entre Laerte e Gustavo. "O problema é que ambos têm aspectos muito antipáticos. A questão é criar antipatias específicas para o Gustavo. Vou tentar traduzir isso em gestos, olhares e modo de falar", ressalta.


REALIDADES DISTINTAS

A crise para redução de "casting" passa longe da sede da Record em São Paulo. Há 10 anos na emissora, Celso Freitas renovou seu contrato com o canal até 2018. O jornalista está à frente do "Jornal da Record" e também participou da equipe fundadora do "Domingo espetacular". Recentemente, Marcos Mion e Marcelo Resende também prolongaram seus vínculos com a Record. Enquanto isso, no núcleo de dramaturgia, a ordem é reduzir os contratos longos e priorizar os compromissos por obra.


ESPERANÇAS

Aguinaldo Silva volta ao horário das nove com a missão de reverter os baixos índices de audiência de "Em família". Na contramão do folhetim contemplativo de Manoel Carlos, o autor promete uma história movimentada e com bastante adrenalina. "Faço uma novela para não perder tempo. Vai ser uma trama que anda sempre para frente. É uma história forte e vai prender a atenção do telespectador", planeja. O folhetim conta com Alexandre Nero, Lília Cabral, Leandra Leal e Drica Moraes nos papéis principais.


SEM ALTERAÇÕES

Patrícia Pillar optou por uma construção sucinta para viver a poderosa Angela Mahler em "O rebu". Na primeira versão do folhetim, o personagem era um homem, Conrad Mahler, interpretado por Ziembinski. Apesar da mudança de gênero, a atriz preferiu seguir fielmente o texto de George Moura. "Não fez diferença para mim. Hoje em dia, a mulher ocupa um espaço de poder na sociedade. Essa razão já me dá todo o sentido", explica. O remake tem estreia marcada para o dia 14 de julho.


NOVOS RUMOS

Desde 1999 no ar, o "Zorra total" passará por reformulações. O diretor Maurício Sherman, que estava à frente do programa desde sua estreia, irá deixar o cargo. Ele passará a dar expediente na área de Desenvolvimento Artístico da Globo. Por isso, Maurício Farias irá assumir o núcleo do humorístico. Atualmente, o diretor é responsável por "Tapas & beijos".


NOME NA LISTA

Alinne Moraes está cotada para integrar o elenco da próxima novela de João Emanuel Carneiro, que tem estreia prevista para o segundo semestre de 2015. A atriz já trabalhou com o autor em "Dar cor do pecado", onde deu vida à surfista Moa. Aline estava escalada para ''Em família" e interpretaria a fotógrafa Marina. No entanto, com a gravidez da atriz, o papel ficou para Tainá Müller.


RÁPIDAS

# Rafael Cortez comanda, nesta sexta, mais uma etapa do "Me leva contigo".

# Tiago Leifert e Alex Escobar mostram, hoje, os principais lances do jogo da seleção no "Central da Copa".

# Neste domingo, Latino participa do quadro ''Famoso vira anônimo'', do "Hora do Faro".


FOI BEM

A espontaneidade e o carisma de Evaristo Costa e Sandra Annenberg à frente do "Jornal Hoje". Com a produção indo ao ar no horário do almoço, os dois conseguem dar um ar leve e divertido sem perder a linha jornalística.


FOI MAL

O mau aproveitamento de Rafael Cortez na Record. O apresentador, que é extremamente carismático e desenvolto com público, foi colocado em produções muito engessadas.

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