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16 de Dezembro de 2013 - 08:12

Por Pedro Venceslau - Agencia Estado

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O governador Geraldo Alckmin desistiu de antecipar a reforma do seu secretariado e deve promover a dança das cadeiras apenas em abril, no limite do prazo legal para que os secretários saiam para disputar cargos eletivos. Das 25 pastas, oito são comandadas por deputados e postulantes a uma vaga na Câmara.

A ideia de antecipar as mudanças e reduzir o número de parlamentares no governo surgiu com força e foi defendida pelos tucanos depois das manifestações de junho. Pretendia-se, na ocasião, dar uma resposta às ruas. Mas, com a recuperação dos índices de aprovação de Alckmin nas pesquisas e a pressão de parte dos secretários, que preferem esticar ao máximo a permanência em suas pastas para tirar dividendos eleitorais, o governador acabou deixando o projeto de lado.

O debate divide opiniões no entorno do governador. Parte dos auxiliares e dirigentes tucanos preferia que as mudanças ocorressem ainda em 2013. Só assim seria possível convencer nomes técnicos do mercado a aceitar os cargos. "Quem entrar depois de abril sabe que ficará pouco tempo e só para cumprir um mandato tampão", diz um dirigente tucano. Quatro secretários tucanos de pastas importantes deixarão seus cargos: Julio Semeghini (Planejamento), Silvio Torres (Habitação), Bruno Covas (Meio Ambiente) e José Aníbal (Energia). Eles disputarão vaga na Câmara. As informações são do jornal

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