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07 de Janeiro de 2014 - 14:31

Por Carla Araújo e Beatriz Bulla - Agencia Estado

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O presidente da Anfavea, Luiz Moan, voltou a afirmar, nesta terça-feira, 7, que acredita em um bom desempenho do segmento de máquinas agrícolas mesmo após as recentes altas nas taxas de juros do Programa de Sustentação de Investimento (PSI). Para ele, os juros do PSI ainda estão "extremamente competitivos" e continuarão como um indutor da manutenção do volume de vendas das máquinas. "Os juros do PSI estão extremamente competitivos, para caminhões e ônibus, 6%, e máquinas, 4,5%, quando falamos em médio e pequeno produtor, que é a essência do nosso mercado de máquinas agrícolas", completou.

O total de 83.078 máquinas agrícolas comercializadas em 2013 foi o recorde histórico do setor. Moan citou que a marca histórica anterior havia sido registrada em 1976, quando foram vendidas 80 mil máquinas agrícolas. "É importante observar que, em 1976, a potência das máquinas era muito baixa e, em 2013, as máquinas são muito mais modernas", disse Moan.

Entre as razões para o bom ano do setor de máquinas agrícolas, que acumulou alta nas vendas de 18,4% na comparação com 2012, Moan citou o ano mais rentável para o produtor, financiamento mais barato e a visão de que a mecanização aumenta a produtividade. "Tivemos um ano de 2013 em que o produtor teve desempenho de renda extremamente favorável, tivemos a política do PSI, e o mais importante é consciência do produtor pela busca constante do crescimento da produtividade via mecanização", afirmou.

A produção de máquinas agrícolas em 2013 também bateu recorde, ao crescer 20% sobre 2012 para 100.451 unidades, superando pela primeira vez a marca de 100 mil unidades anuais, de acordo com Moan.

Para 2014, a previsão da Anfavea é de estabilidade na produção de máquinas agrícolas, mas crescimento de 1,1% nas vendas internas. Moan destaca que o segmento de tratores de esteira foi o único que registrou queda em 2013, de 11,3% nas vendas. "Este vai ser um segmento com taxa relativa de crescimento em 2014, em função das concessões, dos investimentos em infraestrutura que em 2013 não ocorreram no volume desejado", disse Moan.

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