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09 de Janeiro de 2014 - 04:22

Por AE - Agencia Estado

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O Banco da Coreia (BoK, na sigla em inglês) manteve a taxa de juros inalterada em 2,5%, permanecendo estável pelo oitavo mês consecutivo.

Entre os 20 analistas consultados pelo The Wall Street Journal, 19 previram que o BoK manteria a taxa de juros inalterada. O último corte da taxa de juros aconteceu em maio de 2013, quando o BoK decidiu cortar a taxa em 0,25 ponto porcentual para apoiar o crescimento da quarta maior economia da Ásia.

Os analistas, porém, estão divididos sobre o que o BoK vai fazer neste ano. Nove analistas acreditam que a taxa de juros permanecerá estável em 2014, enquanto oito esperam um aumento - principalmente no último trimestre do ano. Três analistas esperam que o BoK realize um novo corte da taxa de juros em 2014.

Os decisores políticos em Seul afirmaram que a economia está retomando o ritmo de crescimento depois de crescer 2% em 2012 - o ritmo mais lento em três anos. Eles acreditam que o crescimento será mais expressivo em 2014, sustentado pelos gastos fiscais domésticos e pela recuperação internacional.

Em dezembro, o governo da Coreia do Sul estimou que a economia do país cresceria 2,8% em 2013 e 3,9% em 2014. Além disso, o governo sul-coreano previu que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiria 1,3% em 2013 e 2,3% em 2014, o que poderia facilitar o aumento da taxa de juros ou um aperto monetário.

A incerteza sobre o movimento do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em relação ao programa de compra de ativos, o crescimento mais lento dos mercados emergentes, um iene mais fraco que pesam sobre os exportadores locais e os fluxos de capitais voláteis tem feito com que o BoK não altere a sua política monetária com tanta facilidade.

O BoK vai anunciar uma nova perspectiva econômica nesta quinta-feira. Em outubro, a autoridade monetária sul-coreana manteve a sua previsão para o produto interno bruto (PIB) de 2013 para 2,8% e reduziu a sua perspectiva para o PIB deste ano de 4% para 3,8%, citando o baixo crescimento global e os riscos negativos persistentes. Fonte: Dow Jones Newswires.

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