A base monetária encerrou janeiro com retração de 1,8%, na comparação com dezembro, pelo conceito da média diária de dias úteis, conforme divulgou nesta quarta-feira o Banco Central. A base alcançou R$ 226,760 bilhões na média diária no mês passado.
Por esse conceito, o valor ainda apresenta crescimento de 13% em 12 meses. No primeiro dia deste mês, a base segue retraída, com baixa de 3,9%, para um total de R$ 217,936 bilhões. Pelo conceito de saldo no final do período, a base monetária teve redução de 7,2% em janeiro ante dezembro, alcançando um total de R$ 216,464 bilhões.
Em 12 meses, a base tem expansão de 2%. A base monetária é a soma do total de papel moeda emitido com as reservas bancárias registradas pelas instituições financeiras.
Dados do BC mostram ainda que os bancos fecharam janeiro com posição vendida de US$ 8,577 bilhões. No fim de dezembro, estavam vendidos em US$ 6,069 bilhões e, em idêntico período de 2012, a posição que prevalecia era a comprada, com um total de US$ 5,249 bilhões.
Estar "vendido", no jargão do mercado financeiro, representa expectativa de queda do preço da moeda. Estar "comprado", por outro lado, significa aposta de que a cotação do dólar pode subir. Ao ter a moeda em caixa, é possível lucrar com eventual alta da moeda.
O saldo das operações de recompra de moeda estrangeira dos leilões de linha feitos em dezembro e nos primeiros dias de 2013 está em US$ 1,273 bilhão até o dia 1º deste mês, de acordo com o BC. Em janeiro, foram contabilizados a saída de US$ 10 milhões, referente à liquidação do último leilão de 2012, e o retorno de US$ 1,056 bilhão. No primeiro dia deste mês, o saldo de retorno às reservas era de US$ 1,273 bilhão.



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