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12 de Dezembro de 2013 - 17:17

Por Felipe Werneck - Agencia Estado

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Há sete anos no cargo, o governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), culpou nesta quinta-feira, 12, as "décadas de abandono" pelas enchentes e mortes causadas pelas chuvas na Baixada Fluminense, além das prefeituras pela ocupação irregular das áreas de risco. Após reunião com sete secretários estaduais e dez prefeitos da Baixada, no quartel dos bombeiros de Nova Iguaçu, Cabral foi interpelado por um morador do município. Identificado como Adriano Naval, ele afirmou que nenhuma casa foi construída, nem nenhum morador da cidade foi reassentado após seis anos do Projeto Iguaçu de saneamento básico.

"Não é verdade. O Rio Iguaçu não passa só em Nova Iguaçu. A segunda fase é que vai atender agora o município de Nova Iguaçu", contestou o governador. Cabral não percorreu a pé áreas atingidas e, após receber um telefonema da presidente Dilma Rousseff, anunciou para esta sexta-feira, 13, uma reunião com o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, no Centro Integrado de Comando e Controle.

Dois radares de alta precisão para previsão meteorológica anunciados pelo governo do Estado há mais de dois anos ainda não estão em operação. O Instituto Estadual do Ambiente (INEA) atribuiu o atraso à realização de uma licitação internacional e deu novo prazo para que os equipamentos, comprados por R$ 13 milhões, entrem em operação: março de 2014.

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