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30 de Dezembro de 2013 - 17:07

Por Monica Bernardes - Agencia Estado

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Apesar das recentes especulações de que poderia deixar o governo de Pernambuco já nos dois primeiros meses do ano para dedicar-se integralmente à disputa pela Presidência da República, o presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, afirmou, nesta segunda-feira, 30, durante evento realizado no interior do Estado, que "irá ficar no Governo até o prazo estabelecido pela Lei Eleitoral, que é 4 de abril".

O socialista, no entanto, manteve o mistério em torno da cabeça de chapa, que poderá ser dele ou da recém-filiada à legenda, a ex-senadora Marina Silva (PSB/AM). A declaração foi dada durante entrevista à Rádio Cultura de Palmares, localizada no município de mesmo nome, na Mata Sul pernambucana, onde o governador participou da entrega de 707 unidades residenciais.

"Até o tempo que a legislação determina, vou cuidar da minha tarefa, que é cuidar da segurança, da educação, da saúde, do saneamento, atraindo empresas para a geração de empregos. Esse é o meu dia-a-dia, que faço com grande ânimo e determinação. Depois disso, partiremos para uma nova fase do projeto nacional socialista", completou.

Usando frases de efeito, mantendo um estilo iniciado ainda em seu primeiro governo, em 2007, o presidenciável fez um balanço positivo de sua gestão à frente do executivo pernambucano e reforçou o otimismo em relação à disputa de 2014.

Diferentemente do senador tucano Aécio Neves, potencial candidato do PSDB na disputa presidencial, Campos não fez comentários sobre o pronunciamento oficial de final de ano feito, no último domingo, pela presidente Dilma Rousseff.

Nos próximos 15 dias o socialista deverá diminuir o ritmo político para acompanhar o nascimento de seu 5º filho com a esposa, a primeira dama Renata Campos. Miguel, cujo nome foi escolhido em homenagem ao avô de Campos, o ex-governador Miguel Arraes de Alencar, deverá nascer na primeira quinzena de janeiro.

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