Publicidade

08 de Dezembro de 2013 - 18:46

Por AE - Agencia Estado

Compartilhar
 

Depois de mais de 1 hora de paralisação, o jogo entre Atlético-PR e Vasco voltou a ser disputado, neste domingo, na Arena Joinville, em Joinville (SC), pela última rodada do Brasileirão. Para recomeçar a partida, a Polícia Militar garantiu a segurança do estádio, depois de controlar uma violenta briga entre torcedores dos dois times.

Houve muita indefinição antes do recomeço do jogo. A diretoria do Vasco defendia que o jogo fosse suspenso, enquanto a do Atlético-PR queria a continuação. Enquanto isso, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro ficou esperando a polícia contornar a situação e oferecer a segurança necessária.

Segundo o árbitro, o jogo foi oficialmente paralisado aos 17 minutos do primeiro tempo, quando o Atlético-PR já vencia por 1 a 0 e as duas torcidas começaram uma briga nas arquibancadas - as informações iniciais apontam três feridos em estado grave, sendo atendidos em hospital da cidade.

Por cumprir suspensão, o Atlético-PR não pôde atuar em Curitiba e mandou o jogo em Joinville. E, segundo informação do sargento Adilson Moreira, da PM, um "entendimento" do Ministério Público de Santa Catarina determinou que, por ser um evento privado, apenas segurança particular, contratada pelo clube paranaense, deveria trabalhar dentro do estádio.

Assim, havia cerca de 80 seguranças particulares dentro do estádio no momento da confusão, enquanto a PM estava apenas do lado de fora da Arena Joinville. A polícia, então, resolveu intervir para controlar a briga. E agora assumiu efetivamente o policiamento no local.

De acordo o sargento Adilson Moreira, o policiamento foi reforçado, com cerca de 160 policiais atuando agora tanto dentro quanto fora da Arena Joinville. Assim, com a garantia de segurança, o árbitro recomeçou a partida.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você é a favor da proibição de rodeios em JF, conforme prevê projeto em tramitação na Câmara?