Publicidade

15 de Janeiro de 2013 - 09:46

Por - Agencia Estado

Compartilhar

Um colegiado composto pelos secretários de Finanças, Governo, Planejamento e Negócios Jurídico da Prefeitura de São Paulo vai "julgar" pedidos de complementação de verbas ao longo do ano. As solicitações deverão ser acompanhadas de uma prestação de contas que justifique o gasto extra.

Quando o assunto é orçamento, a palavra de ordem é redução de gastos - pelo menos até que a Prefeitura e o governo federal entrem em acordo em relação à renegociação da dívida da capital. Por ano, esse pagamento consome cerca de R$ 4 bilhões do orçamento.

O governo afirma que não pretende travar investimentos, apenas utilizá-los de forma mais responsável. As cotas serão liberadas quando as propostas contarem com cronograma de execução. Os três hospitais prometidos por Haddad na campanha, por exemplo, não estão com os projetos congelados, mas só terão reserva orçamentária quando a proposta se tornar palpável - com terrenos e recursos definidos. O mesmo será feito em relação às 172 novas creches previstas no plano de governo.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Edição impressa

Encontre um tema na

Pesquisa

Enquete

Você acha que o boato sobre o fim do Bolsa Família foi um ato político para desestabilizar o Governo Dilma?