Publicidade

11 de Março de 2014 - 06:13

Por Adriana Fernandes, Beatriz Bulla e Luciana Xavier - Agencia Estado

Compartilhar
 

Em conferência com analistas estrangeiros, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, citou os investimentos que o Brasil terá com as concessões em infraestrutura. "Lançamos um grande programa de concessões de infraestrutura para o setor privado", disse o ministro. "Teremos certos investimentos na área de logística, gás e petróleo, que já estão em curso. Isso deverá recuperar nossas taxas de crescimento em 2014 e nos próximos anos", disse o ministro.

Na ocasião, Mantega também disse que o País pode registrar Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) neste ano maiores do que os apresentados em 2013. "Começamos o ano muito bem com IED de US$ 5 bilhões em janeiro, superior aos US$ 3,7 bilhões de janeiro do ano passado. Isto significa que poderemos ter o mesmo número de investimento direto do ano passado e até maior se essa tendência continuar ocorrendo", disse o ministro.

Ele destacou também que foi registrada em janeiro entrada de renda fixa maior do que no mesmo mês do ano passado. "Esperamos que vai haver um fluxo, seja de investimento estrangeiro direto, seja de capital, seja de investimento financeiro no Brasil, porque as condições estão muito atraentes", disse Mantega. "Estamos com taxa de juros mais elevada isso é difícil hoje no mundo, vai atrair modalidades de investimento externo", completou.

Mantega apontou ainda que a estabilização do câmbio permitirá maior investimento externo. "Depois de termos um janeiro com grande volatilidade, não só na moeda brasileira mas em todas as moedas, a impressão nesse cenário de fevereiro é que estamos encontrando estabilidade cambial", disse. "Quando houver essa estabilização do câmbio certamente haverá um ingresso maior de investimentos, aplicações financeiras."

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você é a favor da adoção de medidas, como tarifas diferenciadas e descontos, para estimular a redução do consumo de água?