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01 de Março de 2013 - 08:56

Por AE - Agencia Estado

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Até completar 2 anos, o bebê Carlos Eduardo, de 11 meses, terá de passar trimestralmente por consultas para checar se a tuberculose que contraiu no Hospital e Maternidade Madre Theodora, um dos mais modernos de Campinas, ainda ameaça sua saúde.

Hoje, a doença é um intruso em seu organismo, um inimigo contido pelos remédios que ele têm de tomar rigorosamente todos os dias: dois antibióticos - no começo do tratamento, eram três. Isso, afora a maratona de consultas mensais a que tem de ser submetido, uma disciplina impossível de ser assimilada por quem ainda nem sequer anda com as próprias pernas.

"Hoje ele é outra criança. Engordou, passou a brincar. Mas, quando vamos ao médico, às vezes ficamos das 8 horas até as 11 horas esperando a consulta. Deveríamos ter um atendimento especial, pois fomos vítimas do hospital", diz a mãe de Cadu, Iandara Severino, de 28 anos.

Como ela, a mãe de Igor, de 1 ano, Juli Amaral, de 34 anos, afirma que sua família é vítima do hospital. O bebê nasceu em janeiro e foi diagnosticado erroneamente com pneumonia três vezes, antes da descoberta da tuberculose. "Choramos muito, passamos muitas noites desesperados até descobrirmos que era tuberculose", diz Juli.

Igor ainda teve uma reação aos medicamentos do tratamento. "Apareceram pintas vermelhas na pele, nos pés, na cabeça", afirma a mãe. Mas o bebê vai ter de conviver até o fim do tratamento com a reação. "Ele se coça e chega a sair sangue. Mas não pode deixar de tomar o remédio." As informações são do jornal

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