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07 de Março de 2013 - 17:58

Por AE - Agencia Estado

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Lúcio Adolfo, advogado de Bruno Fernandes, voltou a dizer nesta quinta-feira que a promotoria não tem provas contra seu cliente a não ser um acordo firmado com seu amigo de infância Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, na época do seu julgamento. "Procurem uma prova que não seja essa negociata com o Macarrão". Ele tentou desqualificar também o primo de Bruno que denunciou o crime, Jorge Luiz, dizendo que ele era usuário de drogas desde os 12 anos. "Os senhores vão permitir que sejam tão usados assim", apelou aos jurados, no Fórum de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte.

Adolfo também criticou o sumiço de 300 páginas no processo. "Tem um ladrão de peças aqui no fórum de Contagem". Ele lembrou que a juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues acatou seu pedido de abertura de processo por causa disso, mas comparou que neste caso, o andamento da justiça está mais lento. Ele ainda tentou desqualificar novamente o atestado de óbito que confirma a morte de Eliza Samudio.

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