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11 de Dezembro de 2013 - 12:25

Por Laís Alegretti, Eduardo Cucolo e Ricardo Della Coletta - Agencia Estado

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A presidente Dilma Rousseff disse, nesta quarta-feira, 11, que o governo costuma ser acusado de excessivo otimismo e que é preciso tomar cuidado com esse risco. "Mas é importante lembra nosso presidente JK (Juscelino Kubitschek), que dizia que o otimista pode até errar, mas o pessimista já começou errado." A presidente participou do Encontro Nacional da Indústria 2013, realizado em São Paulo pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Ela afirmou que o Brasil está se preparando para melhorar as condições de produtividade do trabalho e considerou essa mudança crucial para o atual momento de incertezas na economia internacional e também para o momento de recuperação da economia mundial. Disse que é necessário perseguir sistematicamente o objetivo de crescer e distribuir renda. "Isso requer compromisso com o desenvolvimento da indústria. Não concordamos em nos especializar como uma economia de serviços. O Brasil deve criar uma indústria forte, condição para uma nação forte e essencial para que tenhamos a competitividade necessária."

A presidente também criticou o pessimismo de muitos analistas na antevéspera da assinatura do acordo da Organização Mundial do Comércio (OMC) assinado na semana passada. Ela afirmou que O Brasil continua imerso em um cenário internacional de incertezas em que baixo crescimento, desemprego e desequilíbrios fiscais afetam vários países. "Nada mais diferente do que a realidade do Brasil. Geramos mais de quatro milhões de empregos formais, nossa taxa de desemprego se mantém nos menores patamares da história. E 2013 será o 10º ano em que a inflação ficará dentro da meta."

Dilma Rousseff disse que o acordo alcançado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) representará incremento de US$ 1 trilhão para o comércio internacional e coloca na ordem do dia para todas as economias a questão da competitividade. Ela afirmou ainda que o cenário que se descortina beneficiará o Brasil. A presidente reafirmou o compromisso do governo com a indústria brasileira, "que é essencial para o Brasil se transformar em uma nação desenvolvida.

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