Publicidade

03 de Dezembro de 2013 - 18:37

Por AE - Agencia Estado

Compartilhar
 

O Botafogo entra em campo no domingo, diante do Criciúma, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, ainda sonhando com uma vaga na Libertadores do ano que vem. Diante de sua torcida, no Maracanã, o time carioca precisará de uma vitória e contar com tropeço do Goiás ou do Atlético-PR para entrar no G4 da competição. Para isso, o lateral Edílson pediu "entrega máxima" a seus companheiros.

"Só de falar chego a me arrepiar. Não me importa o Criciúma, é como vamos entrar em campo, estarmos dispostos a vencer. Temos que jogar nosso melhor jogo, a nossa vida. Independentemente dos outros resultados, pelo menos sair com a tranquilidade de que fizemos de tudo, ter entrega máxima", declarou.

O problema é que o G4 pode não ser o suficiente para o Botafogo. Caso terminem na quarta colocação, os cariocas ainda precisarão torcer contra a Ponte Preta, que disputa a decisão da Copa Sul-Americana e garantirá sua vaga na Libertadores se for campeã. Edílson, no entanto, apontou que a equipe carioca precisa se concentrar na própria tarefa.

"Esse jogo é todo diferente, é o último, é viver ou morrer. Temos que jogar nosso melhor futebol, não importa como aconteça o gol, nem que seja do Jefferson. O Criciúma tem jogadores bons, mas temos que pensar no nosso elenco, lutar do primeiro ao último minuto para conseguir. Sem garra, luta e suor a vaga não vai vir, vamos deixar o nosso melhor lá dentro", disse.

O Botafogo se manteve entre os líderes do Brasileirão durante quase toda a competição, chegou a ser apontado como principal adversário do Cruzeiro pelo título, mas, na reta final, sofreu com problemas internos e acabou caindo muito de produção. Desde a negociação de jogadores importantes do elenco até os salários atrasados, o time foi atrapalhado pelo que acontecia fora das quatro linhas.

"O que aconteceu foi que o Campeonato Brasileiro é muito complicado, há briga muito forte pelo G4 e pela zona de rebaixamento na última rodada. É muito nivelado. Não fizemos o segundo turno como o primeiro. Tivemos deslizes, que infelizmente acontecem, mas o mais importante disso tudo é chegarmos ao último jogo em condições ainda. Infelizmente, dependemos de outros resultados, mas temos condições de buscar essa vaga. Vamos para esse último jogo buscar o nosso melhor", resumiu Edílson.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você é a favor da proibição de rodeios em JF, conforme prevê projeto em tramitação na Câmara?