A luz amarela sobre o endividamento da Petrobras foi acesa dentro da empresa, jogando mais pressão por um aumento de combustíveis antes da divulgação dos resultados do quarto trimestre. Segundo fontes da companhia, a estatal ultrapassou a barreira que é usada como referência por agências de classificação de risco - nível de alavancagem de 2,5 vezes a relação entre dívida líquida sobre a geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização).
Projeções internas dão conta de que, em parte do quarto trimestre, o limite teria ultrapassado a relação de 2,6 vezes. A luz vermelha acende ao redor de 3. No mês passado, a agência Moody?s colocou a Petrobras sob perspectiva de possível rebaixamento da nota da dívida, o primeiro sinal negativo vindo do mercado.
A Petrobras ganhou em 2007 grau de investimento, classificação que lhe permite melhores condições para se financiar no mercado internacional. Em 2009, mudou o patamar da dívida, com alta de US$ 25 bilhões, e desde então há piora. As informações são do jornal



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